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Diabetes e problemas cardiovasculares: alerta e prevenção no Dia Nacional do Diabetes

Por Redação 26/06/2024 08:59 Atualizado em 26/06/2024 08:59
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No Dia Nacional do Diabetes, celebrado nesta quarta-feira (26), o cardiologista Flávio Cure, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Europeia de Cardiologia, destacou as complicações cardiovasculares associadas ao diabetes não controlado, enfatizando a importância de medidas preventivas como medicamentos, atividade física e alimentação saudável. Entre os problemas citados estão hipertensão, infarto do miocárdio, angina de peito, acidente vascular cerebral e aneurisma vascular.

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O Diabetes Mellitus, uma síndrome metabólica, pode passar despercebido devido à falta de sintomas evidentes em sua fase inicial, alertou Cure. Sintomas como sede frequente, urinação excessiva, cansaço crônico e falta de energia são indicativos que devem ser investigados por um clínico geral em check-ups periódicos.

O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de adultos afetados, segundo o Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF). Estima-se que esse número chegue a 21,5 milhões até 2030. A condição contribui significativamente para problemas cardíacos, sendo responsável por até 80% das mortes por diabetes tipo 2 globalmente.

Cure enfatizou que controlar fatores de risco como níveis de glicose e colesterol, praticar exercícios físicos regularmente, e evitar o tabagismo são medidas cruciais para reduzir o risco de complicações graves. Ele também mencionou a importância de cuidados contínuos para evitar problemas como neuropatia autonômica, AVC e insuficiência vascular periférica.

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Pedro Tulio Rocha, da Sociedade de Nefrologia do Rio de Janeiro, destacou que o diabetes é uma das principais causas de doença renal crônica e necessidade de diálise no país. Recomendou cuidado especializado para mitigar o impacto nos rins, que sofrem com a hiperglicemia e a aterosclerose.

A endocrinologista Rosita Fontes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia enfatizou que o exercício físico não só ajuda a prevenir o diabetes tipo 2 como também melhora o controle da doença em pacientes já diagnosticados. Ela recomendou iniciar com atividades leves e aumentar gradualmente a intensidade, sempre sob orientação médica.

Via Agência Brasil.

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