17 de julho de 2026

Acre mantém estabilidade em casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, aponta boletim da Fiocruz

Acre mantém estabilidade em casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, aponta boletim da Fiocruz
Imagem ilustrativa
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O estado do Acre apresentou estabilidade nas tendências de curto prazo para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) durante a 42ª semana epidemiológica de 2024, de 13 a 19 de outubro. É o que aponta o Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na última quinta-feira (24). Na região Norte, além do Acre, Rondônia, Pará e Amapá registraram tendência de queda nos casos. Tocantins, por outro lado, foi o único estado com probabilidade de aumento, enquanto Amazonas e Roraima também estão em estabilidade.

Em nível nacional, o boletim indica uma tendência de queda ou estabilidade nos casos de SRAG em todas as faixas etárias. A redução dos casos em crianças e adolescentes até 14 anos é atribuída principalmente à diminuição de infecções graves causadas por rinovírus. Já a redução entre adultos e idosos é associada à queda nos casos graves de COVID-19, especialmente nas regiões Centro-Sul.

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Na capital acreana, Rio Branco, há sinais de estabilidade no curto prazo e uma tendência de queda no longo prazo. Rio Branco é a única capital do Norte com estabilidade no curto prazo, enquanto Manaus (AM) apresenta tendência de crescimento e Macapá (AP) de queda no longo prazo. Em todo o país, apenas três capitais mostram tendência de crescimento a longo prazo: João Pessoa (PB), Manaus (AM) e São Luís (MA).

Os indicadores de longo prazo ajudam a suavizar flutuações entre semanas consecutivas, oferecendo uma avaliação mais precisa das tendências. O indicador de curto prazo, por sua vez, permite a detecção rápida de possíveis alterações, embora exija interpretação cuidadosa devido a variações naturais nos dados semanais.

Sobre a SRAG

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é caracterizada por sintomas como tosse, coriza, dor de garganta, dor de cabeça e febre. Nos casos graves, pode evoluir para dificuldade respiratória, dor no peito, saturação de oxigênio abaixo de 95% e coloração azulada nos lábios ou rosto. A SRAG engloba casos graves de síndrome gripal que afetam a função respiratória, geralmente resultando em hospitalização. A condição pode ser causada por diversos agentes, como vírus da Influenza A e B, Vírus Sincicial Respiratório, SARS-CoV-2, além de bactérias, fungos e outros patógenos.