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POLICIAL

Piloto preso com cocaína em Penápolis já foi condenado por tráfico internacional e estava na lista da Interpol

Por Cris Menezes 17/12/2024 08:13 Atualizado em 17/12/2024 08:13
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O piloto Wesley Lopes, detido nesta segunda-feira (16) em Penápolis (SP) sob suspeita de transportar mais de 400 kg de cocaína em um avião monomotor, já havia sido preso em 2018 por tráfico internacional de drogas. Ele foi encontrado na lista da Interpol após ser preso em 2019 por chefiar um grupo criminoso responsável pelo transporte de quase meia tonelada de cocaína.

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Lopes foi preso no sul da Bahia, após ser capturado em um imóvel alugado, conforme informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Ele ficou encarcerado por quatro anos e, posteriormente, esteve envolvido em um acidente aéreo no Acre.

Na tarde de segunda-feira, a Polícia Militar monitorou o final do voo de Lopes, que pousou no aeroporto de Penápolis. Durante a abordagem, realizada pela equipe do helicóptero Águia, o piloto foi interrogado e admitiu que receberia uma quantia em dinheiro para transportar a droga. O voo havia partido de Aquidauana (MS) com destino a Rio Claro (SP), e a polícia apreendeu 435,86 kg de cocaína.

A aeronave estava regular, com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido, e havia autorização para voos noturnos. O copiloto também possui antecedentes por tráfico de drogas e pendências por pensão alimentícia. A ocorrência foi registrada pela Polícia Federal de Araçatuba (SP).

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Em 2018, Lopes e seu grupo foram interceptados no aeroporto municipal de Carauari, no Amazonas, com 450 kg de cocaína a bordo de um avião bimotor. Durante a ação, a polícia encontrou 13 sacolas de cocaína, cada uma com aproximadamente 30 kg, e suspeitou que a droga seria levada para Manaus. Lopes foi preso e incluído na lista da Interpol ainda em 2018.

Além disso, em maio deste ano, Lopes esteve envolvido em um acidente aéreo no Rio Tarauacá, no Acre, quando a aeronave caiu, mas ele sobreviveu. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a aeronave estava regular, mas não possuía autorização para realizar táxi aéreo. Ninguém morreu no acidente.

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