A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), por meio da Divisão de Qualidade de Vida, iniciou nesta quinta-feira (6) um programa de terapia comportamental em grupo voltado para o manejo da ansiedade entre seus servidores. A iniciativa acontece na sede da SEE e conta com 15 participantes, entre professores e técnicos administrativos de diferentes unidades.
O programa terá 12 encontros semanais, realizados às quintas-feiras, com duração de uma hora. A condução fica a cargo da psicóloga Renata Dourado, que orienta as discussões e atividades terapêuticas. Além do suporte psicológico, os participantes também recebem florais de Bach como terapia complementar para auxiliar no equilíbrio emocional.
A criação do grupo atendeu a uma demanda da própria comunidade escolar e administrativa da SEE, que relatou sintomas como falta de ar, dores tensionais e dificuldade de concentração. “Os servidores buscam aconselhamento com um psicólogo para encontrar um momento de alívio antes de iniciarem um acompanhamento mais profundo. O acúmulo de tensões pode comprometer o desempenho profissional, e a proposta deste grupo é ajudar a estabilizar esse quadro, reforçando a importância do autocuidado”, explicou Ana Maria Crisóstomo, educadora física e técnica da Divisão de Qualidade de Vida da SEE.
Na próxima segunda-feira (10), um novo grupo será iniciado, conduzido pela psicóloga Márcia Aurélia dos Santos Pinto. Diferente do primeiro, essa nova turma será aberta, sem limite de participantes, com foco na promoção da qualidade de vida e da saúde mental.
Além da terapia comportamental, a Divisão de Qualidade de Vida planeja ampliar as abordagens terapêuticas, incluindo atividades como dança terapêutica e técnicas de respiração para o bem-estar dos servidores da Educação.
Depoimento dos participantes
A professora mediadora Angélia de Menezes, da Escola Djalma Teles Galdino, destaca a importância do projeto para seu equilíbrio emocional. “Eu estava me sentindo perdida e precisava conversar com alguém. Aqui, encontrei acolhimento e espero aprender a controlar melhor minhas emoções. Esse tipo de iniciativa deve ser ampliado, pois conhecemos muitos colegas que precisam desse suporte”, afirmou.








