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POLICIAL

Mulher é morta por populares após ser acusada de matar a própria filha em Rio Branco

Por Cris Menezes 24/03/2025 16:06 Atualizado em 24/03/2025 16:10
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Na tarde desta segunda-feira (24), uma mulher foi morta por populares na Cidade do Povo, em Rio Branco, após ser acusada de assassinar a própria filha, um bebê de apenas 2 meses.

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Segundo informações repassadas pelas autoridades policiais. A mulher identificada por  Yara Paulino da Silva, de 28 anos, foi brutalmente morta à golpes de marchado na cabeça por membros de organizações criminosas, após ser descobrirem que Yara teria matado a própria filha de 3 meses, colocado o corpo dentro de um saco e jogado em uma área de mata, nas proximidades da rua Balão Barros.

O serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU), foi acionado. Duas ambulâncias foram enviadas para atender a ocorrência. Inicialmente uma viatura de suporte básico chegou para socorrer a vítima, contudo, devido a gravidade dos ferimentos, foi solicitado o apoio de uma ambulância de suporte avançado.

Yara Paulino foi brutalmente golpeada na região da face e cabeça por um instrumento de ferro, ela não resistiu aos graves ataques e morreu em via pública.

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A polícia suspeita de que Yara foi torturada em outro local, tentou correr para escapar da morte, mais foi alcançada pelos agressores.

A Polícia Militar foi chamada, várias guarnições do 2° Batalhão foram ao local, buscaram informações, isolaram as áreas onde a criança e a mãe foram encontradas mortas.

Policiais Civis da Equipe de Pronto Emprego (EPE), compareceram na cena dos crimes para realizar o levantamento das informações e elaborar o relatório que será enviado para a equipe de investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O Departamento de Polícia Técnico Científico (DPTC), foi informado. A equipe plantonista do Instituto Médico Legal (IML), foi ao local realizar os procedimentos de perícia e remoção dos corpos de mãe e filha.

O ex marido de Yara, Ismael Bezerra, disse que estava separado há pouco tempo, e fazia duas semanas que não via a filha, segundo Ismael, Yara era usuária de entorpecentes e esse seria um dos motivos da sua separação.

O caso será investigado pela DHPP.

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