6 abril 2025

Edvaldo defende recomposição da tabela da Educação e pagamento daquilo que foi retirado ao longo dos três últimos anos

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Em discurso nesta terça-feira (1), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) saiu em defesa dos profissionais da Educação. O parlamentar cobrou a recomposição da tabela do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR). Há três anos, o governador Gladson Cameli sancionou a lei, de sua autoria, que reduziu de 10% para 7% a composição, um retrocesso para os professores.

“Hoje, exatamente no dia da mentira, completa-se exatos três anos que o governador Gladson Messias Cameli pressionou de forma extraordinária a sua base no plenário desta Casa para que se cometesse a maior injustiça da história da Educação do estado do Acre. Hoje, essa manifestação aqui é para lembrar de uma segunda grande mentira assumida pelo governador. Quando chegou na campanha da reeleição estava difícil conversar com os trabalhadores da Educação porque ninguém tinha esquecido a punhalada nas costas. Teve gente que perdeu R$ 18 mil por ano, outros R$ 23 mil com essa medida covarde”, disse Edvaldo Magalhães.

O parlamentar afirmou que ao longo desses três anos, registrou-se folga fiscal em dois deles, mas a promessa não foi cumprida pelo governador Gladson Cameli. “Só que passou o primeiro ano e a promessa não foi cumprida. E houve folga fiscal. Passou o segundo ano e não foi cumprida e houve folga fiscal. No terceiro ano, se não for resolvido, não adianta achar que vai ser no quarto ano. De promessa, o inferno está lotado. Eu quero sugerir: no dia que for publicado o relatório fiscal e tiver a tal da janela fiscal, vocês venham aqui para esta Casa, acampem nesse auditório. Não vamos permitir que perdure essa injustiça cometida. O ideal é corrigir essa injustiça e pagar o atrasado, porque todos têm direito a um dinheiro que era carimbado, que veio para garantir melhorias na Educação”.

Edvaldo lembrou, ainda, que ajudou a fundar o Sinteac e que também participou da grande greve ainda no governo de Flaviano Melo. Ele disse que de lá para cá, nenhum governador ousou mexer na tabela da Educação, uma conquista da luta sindical e dos trabalhadores. “Do Flaviano até o Gladson, nenhum governador teve coragem de quebrar a espinha dorsal da Educação. O único que teve foi o governador Gladson Messias Cameli”.

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