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Mãe engravida com DIU e bebê nasce com dispositivo colado ao corpo, no DF

Por Cris Menezes 24/05/2025 10:16 Atualizado em 24/05/2025 10:16
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Bebê nasce com DIU colado no corpo — Foto: Reprodução Instagram/drarafaelafrota

A chegada de Bernardo ficará marcada para sempre na memória da família. Afinal, o bebê enfrentou a baixa probabilidade de vir ao mundo, já que sua mãe usava o DIU quando engravidou. No entanto, outro detalhe chamou a atenção em seu nascimento, tornando o desfecho dessa história ainda mais surpreendente — o pequeno nasceu com o dispositivo Intrauterino colado em seu bumbum.

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A obstetra e ginecologista Rafaela Frota (@drarafaelafrota), de Brasília (DF), compartilhou a história incrível em suas redes sociais e a publicação, rapidamente, viralizou. À CRESCER, a médica explicou que o DIU não ofereceu risco para a sua paciente ao longo da gestação.

A decisão para remover o dispositivo uterino durante a gravidez deve ser tomada com cautela pelos médicos. Segundo a especialista, quando o dispositivo intrauterino se encontra abaixo do local da implantação do embrião, é necessária a remoção. No caso da mãe do pequeno Bernardo, a obstetra optou pela não retirada para evitar a possibilidade de um aborto espontâneo.

A médica também revela que a mãe de Bernardo precisou passar por uma cesariana de emergência, que não teve ligação com o DIU. A paciente teve um descolamento prematuro de placenta. Como a bolsa da gestante rompeu antes da cirurgia, o bebê teve contato com o DIU, que ficou colado em seu corpo devido ao vérnix — substância esbranquiçada e gordurosa que recobre a pele dos recém-nascidos. “Nunca tinha visto o DIU ficar nesse local. Então, quando fui entregar o Bernardo para o pediatra, fiquei surpresa. Achei diferente e pedi para o pai tirar uma foto”, a médica lembrou.

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Rafaela não imaginava que sua imagem teria tanta repercussão nas redes sociais. “A ideia era mostrar que o DIU, como qualquer outro método, pode falhar, mas mesmo assim, é considerado um contraceptivo muito eficiente com taxa de falha de 0,2%”, a médica alertou.

Por Amanda Oliveira/ CRESCER

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