Início / Versão completa
Geral

Dólar abre última sessão do mês em alta, com Caged e tarifas no radar

Por Metrópoles 30/06/2025 07:27
Publicidade

O dólar operava em alta nesta segunda-feira (30/6), na última sessão do mês de junho, em um dia no qual os investidores acompanham a divulgação de dados de emprego no Brasil pelo Ministério do Trabalho e continuam monitorando o noticiário envolvendo as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a diversos países.

Publicidade

Dólar

Ibovespa

Caged

Nesta segunda-feira, no cenário doméstico, o principal destaque é a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, referentes ao mês de maio. O anúncio está previsto para as 14h30.

De acordo com estimativas do mercado, o saldo de vagas de emprego com carteira assinada deve ficar positivo em 171,8 mil.

Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados de desemprego em maio. A taxa de desocupação no país ficou em 6,2%, abaixo das projeções dos analistas, que eram de 6,4%. Em abril, o desemprego ficou em 6,6%.

Publicidade
Leia também

A população desocupada (6,8 milhões) diminuiu 8,6% (menos 644 mil pessoas) em comparação com o trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (7,5 milhões). Em relação ao mesmo período do ano anterior (7,8 milhões), houve queda de 12,3% (menos 955 mil pessoas).

Já a população ocupada (103,9 milhões) subiu 1,2% (mais 1,2 milhão de pessoas) no trimestre e 2,5% (mais 2,5 milhões de pessoas) no ano. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,5%, alta de 0,6% no trimestre (58%) e variando 1 ponto percentual no ano (57,6%).

Tarifas

No cenário internacional, em um dia sem a divulgação de indicadores econômicos relevantes, as atenções dos investidores seguem voltadas para as negociações entre EUA e diversos países em torno das tarifas comerciais.

Nesse domingo (29/6), o governo do Canadá anunciou que deve revogar os impostos que afetam empresas norte-americanas de tecnologia, em busca de um acordo comercial com Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, suspendeu as conversas com os canadenses em represália à cobrança das taxas.

Também no domingo, em entrevista exibida pelo programa Sunday Morning Futures, da Fox News, Trump afirmou que não deve prorrogar o prazo de 9 de julho para que os países alvos das tarifas fechem acordos comerciais com os EUA. “Eu poderia [prorrogar o prazo], sem problemas. Mas acho que não precisarei”, disse Trump.

Na sexta-feira, um dia depois de o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, ter anunciado um acordo comercial com a China, autoridades do regime de Pequim confirmaram o entendimento, indicando uma possível trégua na guerra tarifária entre as duas maiores economias do mundo.

No início do mês, representantes comerciais de EUA e China avançaram nas negociações em uma série de reuniões em Londres. “Nos últimos dias, após a aprovação, ambas as partes confirmaram detalhes sobre o acordo”, informou um porta-voz do Ministério do Comércio da China, por meio de um comunicado.

“A parte chinesa analisará e aprovará os pedidos elegíveis para exportação de itens controlados, de acordo com a lei. A parte americana, consequentemente, cancelará uma série de medidas restritivas tomadas contra a China”, prossegue a nota.

No começo do mês Donald Trump afirmou que os dois países haviam chegado a um acordo por meio do qual a China forneceria ímãs e minerais de terras raras e os EUA permitiriam a entrada de estudantes chineses em universidades.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.