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Justiça

Justiça agenda julgamento de acusados por morte de vigilante durante assalto em escola de Rio Branco

Por Cris Menezes 20/06/2025 09:23 Atualizado em 20/06/2025 09:23
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Imagem: Reprodução.

A Justiça do Acre marcou para o dia 2 de julho a audiência de instrução e julgamento dos envolvidos na morte do vigilante Raimundo de Assis de Souza Filho, de 52 anos. Ele foi assassinado durante um assalto à Escola Estadual Maria Raimunda Balbino, em Rio Branco, no dia 7 de abril deste ano. O caso gerou forte comoção social pela brutalidade e por ter ocorrido dentro de uma escola em pleno horário de aula.

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A audiência será realizada pela Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da Comarca de Rio Branco. Durante a sessão, serão ouvidas testemunhas de acusação, incluindo os policiais civis da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DECORE), que conduziram as investigações e efetuaram as prisões dos suspeitos. Na sequência, os réus também serão interrogados.

Respondem pelo crime os acusados Francisco do Nascimento Costa, de 23 anos; Leandro Mendes dos Santos, de 18; e Valdeusmar Bezerra da Silva, de 35. Também são réus no processo Leandro Gomes dos Santos e Walter Osvaldo Zer da Silva, que já cumprem pena por outros crimes. Todos eles foram denunciados por latrocínio — roubo seguido de morte — cuja pena pode variar de 20 a 30 anos de reclusão.

Entenda o caso

O crime aconteceu na manhã do dia 7 de abril, no corredor da unidade escolar. Conforme a investigação da Polícia Civil, os suspeitos tentavam assaltar a escola quando foram surpreendidos pelo vigilante Raimundo, que reagiu à ação criminosa. Houve troca de tiros, e o vigilante acabou sendo baleado e morreu no local.

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Durante a fuga, Leandro Mendes foi atingido por um disparo e capturado em um terreno próximo. No mesmo dia, Valdeusmar Bezerra também foi preso. Já Francisco do Nascimento foi localizado cinco dias depois, quando tentava deixar a cidade com a namorada. Segundo a polícia, ele teve participação direta no crime.

O caso teve ampla repercussão pública, tanto pela violência quanto por ter ocorrido em um ambiente escolar. A expectativa é que o julgamento traga respostas e justiça para os familiares da vítima e para a comunidade escolar, abalada com o ocorrido.

Com informações da Contilnet.

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