Início / Versão completa
Geral

O trunfo do diretor da Abin para se manter no cargo

Por Metrópoles 18/06/2025 13:27
Publicidade

Indiciado pela Polícia Federal (PF) por prevaricação e coação no curso do inquérito da “Abin Paralela”, o atual diretor-geral da agência, Luiz Fernando Corrêa, deve ter seu futuro no cargo definido nos próximos dias.

Publicidade

Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que, embora seja subordinado à Casa Civil, a decisão sobre demitir ou não Corrêa será tomada diretamente pelo presidente Lula, de quem partiu diretamente a indicação do diretor.

4 imagensFechar modal.1 de 4

Vinícius Schmidt/Metrópoles2 de 4

Publicidade

Ricardo Stuckert / PR3 de 4

Ricardo Stuckert/PR4 de 4

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Na avaliação de auxiliares de Lula, Corrêa tem ao menos dois trunfos para se manter no cargo. O primeiro seria o fato de ainda não ter sido denunciado pelo Ministério Público no inquérito “Abin Paralela”.

O segundo trunfo seria justamente o fato de o atual diretor-geral da Abin manter uma boa relação com Lula, com quem já trabalhou em governos anteriores. Corrêa é considerado uma indicação pessoal do petista no governo.

O indiciamento

Corrêa foi indiciado pela PF na terça-feira (17) por prevaricação e coação no curso do processo do inquérito que investiga uma estrutura paralela na Abin para investigar opositores no governo Jair Bolsonaro.

Segundo informações da Polícia Federal, diretor-geral teria tentado atrapalhar as investigações sobre o caso. Além de Côrrea, outros nomes da atual cúpula da Abin indicados no governo Lula também foram indiciados.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.