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Vaquinha para alpinista que resgatou Juliana passa de R$ 370 mil

Por Metrópoles 26/06/2025 19:27
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A vaquinha criada para o alpinista que resgatou o corpo de Juliana Marins, na Indonésia, já bateu a meta de R$ 350 mil arrecadados.

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A iniciativa foi criada nesta quinta-feira (26/6), pelo site Razões para Acreditar. Até por volta das 20h50 desta quinta-feira, mais de 20,5 mil pessoas haviam deixado alguma quantia para Agan, o montanhista indonésio que arriscou a própria vida para alcançar o local onde estava o corpo da brasileira.

O montante levantado até a última atualização desta reportagem era de R$ 372 mil, valor que deve ser dividido entre Agam e os outros sete voluntários que o ajudaram a descer 590 metros de penhasco, com risco de morte.

Agam dividiu chocolate com a equipe durante o acampamento improvisado, por que não tinha mais o que comer. As condições climáticas também não eram favoráveis durante o resgate.

O alpinista passou a noite ao lado do corpo de Juliana, preso a uma rocha, amarrado por uma corda. “Na hora que desci, sabia que talvez não tivesse volta. Mas ela não podia ficar lá sozinha”, contou ele, que machucou a perna durante a missão.

A princípio, Agam não passou os dados bancários, alegando que aquele era o seu trabalho. Mas acabou concordando em compartilhar os dados e dividir o valor arrecadado com aqueles que o acompanharam no resgate.

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Agam, alpinista que resgatou o corpo de Juliana

Reprodução/Instagram2 de 4

Resgate do corpo de Juliana Marins

Reprodução/ Redes sociais3 de 4

Ela foi encontrada morta quatro dias depois

Instagram/Reprodução4 de 4

Juliana Marins

Rede social/Reprodução

“Essa vaquinha é um agradecimento. Um abraço do Brasil inteiro para um homem que fez o impossível — só para que uma família pudesse se despedir da filha”, diz o texto da vaquinha.

“Ele agradeceu de coração todos vocês e pediu desculpas por não ter conseguido trazer a Juliana de volta e que fez o melhor que ele podia. Infelizmente, os resgates do Rinjani são os mais difíceis. Ele pediu desculpa e disse que foi o máximo que conseguiu fazer”, disse uma mulher Indonésia que fala português durante a live.

O corpo de Juliana Marins, que tinha 26 anos, foi resgatado após a brasileira passar quatro dias presa em um penhasco, na trilha no Monte Rinjani, na Indonésia.

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