9 de julho de 2026

Chefe da comissão de arbitragem da CBF rebate Vasco após laudo: “Não sou médico”

Chefe da comissão de arbitragem da CBF rebate Vasco após laudo: “Não sou médico”
Chefe da comissão de arbitragem da CBF rebate Vasco após laudo: “Não sou médico”

O chefe da comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Cintra se pronunciou após o Vasco emitir um laudo médico confirmando uma lesão no quadril de Léo Jardim, expulso na partida do último domingo (27/7) por cera após pedir um atendimento médico.

Segundo o dirigente, o árbitro Flávio Rodrigues teria ido “até o último recurso” e que o goleiro do Vasco, mesmo com a equipe médica ao seu lado, não pediu o atendimento enquanto o jogo estava paralisado. Cintra afirma que não opinará quanto ao laudo médico emitido pelo clube por “não ser médico”.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Aos 40 minutos do 2º tempo, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza entendeu que Léo Jardim estava fazendo ceraFoto: Reprodução/Canva O atacante Vegetti criticou a atuação da arbitragem após a partida.O atacante Vegetti criticou a atuação da arbitragem após a partida. Reprodução/CazéTV O goleiro foi advertido pelo árbitro, mas seguiu no chão.O goleiro foi advertido pelo árbitro, mas seguiu no chão. Reprodução/Premiere O goleiro foi advertido pelo árbitro, mas seguiu no chão.O goleiro foi advertido pelo árbitro, mas seguiu no chão. Reprodução/Premiere O Vasco da Gama sofreu o empate poucos minutos após a expulsão do goleiro titular.O Vasco da Gama sofreu o empate poucos minutos após a expulsão do goleiro titular. Reprodução/CazéTV

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“O árbitro chegou ao último recurso, mesmo com o apoio de seu assistente, mesmo voltando lá pela segunda vez, mesmo com o médico ao lado do jogador, sem proceder nenhum tipo de atendimento. Não tinha outro recurso para retornar a partida”, afirmou Rodrigo Cintra.

Léo Jardim foi expulso aos 40 minutos do segundo tempo após tomar o segundo cartão amarelo por cera enquanto solicitava um atendimento médico por parte do Vasco. Flávio Rodrigues de Souza afirmou em súmula que o goleiro não solicitou nenhum atendimento enquanto a partida estava paralisada para substituições e só pediu a entrada da equipe médica no momento em que a partida iria retornar.

Além do laudo médico que confirmou uma hematomas e uma lesão “profunda” na bacia de Léo Jardim, o Vasco pediu o afastamento do juiz Flávio Rodrigues de Souza.

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