Início / Versão completa
ENTRETENIMENTO

Deputado e pastor é indiciado por homotransfobia após declarações contra Erika Hilton

Por Portal Leo Dias 02/07/2025 22:27
Publicidade

O deputado federal e pastor Sargento Isidório (Avante-BA) foi indiciado por homotransfobia pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que concluiu o inquérito nesta semana. A investigação teve início após o parlamentar fazer declarações ofensivas e transfóbicas contra a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) durante uma sessão da Câmara, em setembro de 2023.

Publicidade

Na ocasião, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família discutia um projeto de lei sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo. Durante sua fala, Isidório utilizou frases ofensivas, negando a existência de pessoas trans e ignorando deliberadamente a identidade de gênero de Erika Hilton ao se referir a ela no masculino.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Deputado é indiciado por transfobia após declarações contra Érika HiltonReprodução/Portal LeoDias Deputado é indiciado por transfobia após declarações contra Érika HiltonReprodução/Câmara dos Deputados Erika HiltonCirurgia de Erika Hilton foi recomendação médica após falha de tratamentos, afirma assessoria
Deputado é indiciado por transfobia após declarações contra Érika HiltonReprodução Com Erika Hilton na liderança, Câmara instala subcomissão sobre fim da escala 6x1Erika Hilton – Foto: Reprodução/Instagram Erika Hilton, deputada federalReprodução

Voltar
Próximo

Publicidade

Leia Também

Famosos
Dani Calabresa se revolta com Orlando Bloom após flagra pós-separação

Famosos
Enfim, casados! Rodrigo, ex-vocalista do Melim, sobe ao altar com influenciadora

Política
Michelle Bolsonaro sofre derrota na Justiça em processo contra influenciadora

Famosos
P. Diddy tem fiança de R$5,4 milhões negada e seguirá preso até a decisão final da Justiça

As falas geraram forte repercussão e foram consideradas discriminatórias pela polícia, que concluiu que o deputado praticou crime de homotransfobia, tipificado como racismo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2019.

O caso também foi alvo de apuração pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que recebeu representações da própria deputada e de órgãos ligados aos direitos humanos. A investigação ainda pode abrir caminho para outras responsabilizações, incluindo sanções eleitorais, já que a violência política de gênero também é considerada crime pelo Código Eleitoral brasileiro.

Até o momento, o parlamentar não se pronunciou publicamente sobre o indiciamento. O portal LeoDias entrou em contato com a assessoria do deputado, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.