9 de julho de 2026

Energia mais cara puxa prévia da inflação para cima em julho, aponta IBGE

Energia mais cara puxa prévia da inflação para cima em julho, aponta IBGE
Energia mais cara puxa prévia da inflação para cima em julho, aponta IBGE

O aumento da conta de luz voltou a pesar no bolso e, com ela, a prévia da inflação também aumentou. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (25/7), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado um termômetro antecipado da inflação oficial, subiu 0,33% em julho, acima dos 0,26% registrados em junho.

O destaque do mês ficou com o grupo Habitação, que avançou 0,98% no período. O vilão da vez foi o aumento de 3,01% na energia elétrica residencial, responsável por puxar sozinho 0,12 ponto percentual do índice geral. De acordo com o IBGE, a cobrança extra provocada pela bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos, explica a pressão no setor.

- Publicidade -

Veja as fotosAbrir em tela cheia Internet Reprodução Gabriel Galípolo, presidente do Banco CentralReprodução: Agência Brasil Fernando Haddad em entrevista à rádio ItatiaiaReprodução: YouTube/Itatiaia

Voltar
Próximo

Leia Também

Adriane Dias
A importância de consumir alimentos da safra: mais saúde e economia no seu prato

Notícias
Banco Central divulga projeção de juros mais baixos e queda na inflação para o ano

Mundo
Banco Mundial reduz previsão de crescimento do Brasil em 2025

Mundo
Bolsa de valores brasileira rompe a marca dos 141 mil pontos pela 1ª vez

Com o resultado de julho, o IPCA-15 acumula alta de 3,40% no ano. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o avanço é de 5,30%, ligeiramente acima dos 5,27% observados no ciclo anterior. Apesar de parecer discreto, o aumento superou as expectativas do mercado, que apostava em variações entre 0,29% e 0,31%.

O que é o IPCA-15?
O IPCA-15 serve como uma prévia do IPCA oficial, mas com recorte específico: coleta dados entre os dias 16 de um mês e 15 do mês seguinte, em 11 regiões metropolitanas do país. O índice acompanha o comportamento dos preços para famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos e cobre capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Brasília, entre outras.