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Justiça

Justiça mantém preso acusado de atropelar e matar servidora pública após confusão em bar

Por Cris Menezes 18/07/2025 13:05 Atualizado em 18/07/2025 13:06
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Durante audiência de custódia realizada nesta semana, o Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar decidiu manter preso o homem acusado de atropelar e matar uma servidora pública, após uma confusão generalizada ocorrida na saída de um bar, na madrugada do dia 21 de junho.

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A juíza substituta Hellen Rosa, que responde pela unidade judiciária, homologou a prisão efetuada na noite de terça-feira, 17, e considerou que a atuação das forças de segurança foi legal, sem indícios de maus-tratos, tortura ou qualquer irregularidade que pudesse anular o procedimento.

Como já havia uma decisão anterior que decretava a prisão temporária do acusado, válida por cinco dias, a magistrada entendeu haver indícios suficientes para converter a medida em prisão preventiva. A conversão foi baseada na necessidade de garantir a aplicação da lei penal e assegurar o andamento regular da investigação criminal.

A defesa tentou, durante a audiência, obter a liberdade provisória do investigado, mas o pedido foi negado pela juíza.

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O mandado de prisão temporária havia sido expedido desde o dia 23 de junho, mas o acusado só se entregou após uma operação da polícia realizada em propriedades rurais de seus familiares, no município de Bujari.

Mesmo tendo o direito de recorrer das decisões judiciais, o acusado deverá permanecer preso enquanto responde ao processo.

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