Início / Versão completa
ENTRETENIMENTO

Suspeito de facilitar ataque hacker de R$ 1 bi é preso pela Polícia Civil em SP

Por Portal Leo Dias 04/07/2025 10:26
Publicidade

Um suspeito de envolvimento em um dos maiores crimes cibernéticos contra o sistema financeiro do país foi preso nesta sexta-feira (04/7), em São Paulo. A Polícia Civil confirmou que o homem teria colaborado com o ataque hacker à empresa de tecnologia C&M, que atua como intermediária em transações via Pix e liga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). O prejuízo estimado com o ataque ultrapassa R$ 1 bilhão.

Publicidade

Leia Também

Notícias
Ataque hacker rouba R$ 1 bilhão de empresa ligada ao sistema bancário; PF investiga

Notícias
Com X suspenso no Brasil, Polícia Federal e STF são vítimas de ataque hacker

Publicidade

Política
Após condenação, Carla Zambelli pede Pix para pagar multas de R$ 2 milhões

Famosos
Após ter perfil hackeado, Regis Danese publica nota: “Ora e respeita os admiradores”

A prisão foi realizada por agentes do antigo Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), após operação deflagrada durante a manhã. Segundo informações preliminares, o homem detido trabalhava como terceirizado na C&M há três anos. Ele teria admitido, em depoimento à polícia, que recebeu uma proposta de R$ 5 mil para fornecer informações de acesso à infraestrutura da empresa. O contato inicial teria ocorrido em março, na saída de um bar, quando ele foi abordado por um desconhecido que demonstrou interesse nos sistemas da companhia.

Ainda de acordo com o depoimento, o suspeito informou que uma nova abordagem foi feita posteriormente via aplicativo de mensagens. Nessa ocasião, o criminoso teria solicitado que ele fornecesse um login e senha que permitissem o acesso à estrutura de pagamentos utilizada pela C&M, comprometendo assim a segurança de dados e sistemas bancários de diversas instituições financeiras conectadas à rede da empresa.

BC solicitou medidas de contenção
A Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo foi acionada para coordenar a investigação e rastrear os valores desviados no ataque. O Banco Central determinou preventivamente que a C&M suspendesse o acesso dos clientes à sua plataforma como medida de contenção. A empresa atua como elo entre bancos e o BC no SPB, possibilitando o tráfego de dados e transações por meio do Pix. As autoridades também investigam a possível existência de outros colaboradores no esquema.

A BMP, principal cliente afetado pela invasão, afirmou que a falha de segurança permitiu o acesso indevido à sua conta reserva, além das contas de outras cinco instituições. A empresa reforçou, no entanto, que nenhum cliente final foi impactado financeiramente.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.