9 de julho de 2026

Trump usa inteligência artificial para atacar Obama após novo relatório de espionagem eleitoral

Trump usa inteligência artificial para atacar Obama após novo relatório de espionagem eleitoral
Trump usa inteligência artificial para atacar Obama após novo relatório de espionagem eleitoral

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou no último domingo (20/7) em sua rede Truth Social um vídeo gerado por inteligência artificial que mostra o ex-presidente Barack Obama sendo preso dentro do Salão Oval da Casa Branca. Na montagem, Obama aparece sendo algemado por agentes e, em seguida, vestindo um macacão laranja em uma cela. A cena simulada termina com a legenda escrita por Trump: “Ninguém está acima da lei”.

A publicação ocorreu um dia após a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, divulgar um relatório com acusações contra o ex-presidente democrata. Segundo o documento, Obama e ex-integrantes de seu Gabinete de Segurança teriam supostamente manipulado informações relacionadas à interferência da Rússia nas eleições presidenciais de 2016, vencidas por Trump.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Barack Obama quando presidente da maior potência mundialReprodução O presidente Donald TrumpReprodução: CNN Barack e Michelle ObamaReprodução / Instagram: @barackobama Donald TrumpFoto: Doug Mills/The New York Times Donald TrumpReprodução: Instagram

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Gabbard defende que Obama e seus ex-colaboradores sejam formalmente processados. De acordo com ela, o grupo teria atuado para sustentar a tese de que a vitória de Trump na eleição foi resultado de ações orquestradas por Moscou, argumento que, segundo o relatório, teria sido construído com base em dados omitidos ou distorcidos pela administração democrata.

O vídeo postado por Trump utiliza recursos de deepfake, tecnologia que combina inteligência artificial e edição para gerar imagens ou vídeos altamente realistas  e faz parte de uma série de publicações recentes em que o republicano busca rebater acusações antigas envolvendo a Rússia, ao mesmo tempo em que reaquece o debate sobre possíveis responsabilizações de autoridades da era Obama.