Início / Versão completa
Geral

Deputada que levou bebê à Câmara reage após PT buscar conselho tutelar

Por Metrópoles 06/08/2025 22:27
Publicidade

A deputada Júlia Zanatta (PL) reagiu após o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Reimont (PT), acionar o Conselho Tutelar contra a parlamentar nesta quarta-feira (6/8).

Publicidade

O petista pediu que seja apurado se houve “exposição indevida de criança a risco” após Zanatta levar a filha de 4 meses para o plenário do parlamento, em meio à tentativa da oposição de obstruir as votações na Câmara e no Senado.

Em entrevista à coluna, Júlia Zanatta confrontou a posição de Reimont.

“Abortista nunca está preocupado com crianças. O que ele quer é impedir o exercício regular do meu direito. Tenho foto da Talíria Petrone, do PSol, com o bebê dela na Câmara. Agora, querem usar a minha filha para criar um fato. Isso é lamentável”, disse a deputada.

Publicidade

3 imagensFechar modal.1 de 3

Deputado acionou Conselho Tutelar contra Júlia Zanatta

A última cartada de Bolsonaro para não ser julgado por Moraes2 de 3

Deputado Reimont (PT)

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados3 de 3

Deputada Júlia Zanatta com bebê no colo na Câmara

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Em 2021, Talíria Petrone discursou no plenário enquanto amamentava a filha.

Ofício protocolado no Conselho Tutelar

A denúncia de suposta irregularidade foi feita pelo deputado Reimont ao Conselho Tutelar de Brasília.

“Na qualidade de presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados, venho por meio deste ofício comunicar e solicitar a devida apuração por parte deste Conselho sobre fato ocorrido nesta Casa Legislativa, que pode configurar situação de exposição indevida de uma criança a risco”, escreveu o petista no documento.

Leia também

Para o deputado, a conduta “suscita sérias preocupações quanto à segurança da criança, que foi exposta a um ambiente de instabilidade, risco físico e tensão institucional”.

Nesta quarta, a oposição ocupou os plenários da Câmara e do Senado para obstruir votações no Congresso Nacional. Os parlamentares pleiteiam a votação do PL da Anistia e a tramitação de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao foro por prerrogativa de função, medida que faria com que o julgamento de Bolsonaro deixasse a alçada do STF.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.