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Gayer reage a Moraes após ser proibido de visitar a Bolsonaro

Por Metrópoles 08/08/2025 14:27
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O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) reagiu à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que o proibiu de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.

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Ao Metrópoles, Gayer avaliou que a medida, motivada pelo fato de ele ser investigado em um inquérito conexo ao do ex-presidente, “não tem fundamento”.

“Mais uma decisão absurda por completo. Essa petição que ele cita é aquela acusação ridícula de que eu teria uma escola de inglês e uma loja de camisetas no meu escritório político e estaria criando uma ONG para, no futuro, desviar emendas parlamentares. Ou seja, não tem absolutamente nada a ver com o Bolsonaro”, argumentou o parlamentar.

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O deputado goiano também ironizou a acusação de que haveria conexão com os atos de 8 de Janeiro. “Isso já virou uma piada. Nessa mesma petição [processo] ele alega que eu financiei o 8 de janeiro com cota parlamentar antes mesmo de ser deputado. Ou seja, eu viajei pro futuro, peguei a cota parlamentar, voltei pro passado e financiei o 8 de janeiro”, ironizou.

Ao negar a visita, Moraes argumentou que permitir o encontro significaria o descumprimento de outra medida cautelar imposta a Bolsonaro: a proibição de se comunicar com réus ou investigados em ações penais conexas.

O ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde que Moraes entendeu que ele descumpriu medidas cautelares impostas em inquérito que investiga a atuação dele e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), seu filho, nos Estados Unidos, com o objetivo de articular punições contra autoridades brasileiras.

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Deputado Gustavo Gayer

Vinicius Schmidt/Metropoles2 de 4

O ex-presidente Jair Bolsonaro

Rafaela Felicciano/Metrópoles3 de 4

O ministro Alexandre de Moraes

Hugo Barreto/Metrópoles4 de 4

O ex-presidente Jair Bolsonaro com Michelle e Celina Leão

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Autorizações de visita

Gayer foi o primeiro caso em que um pedido de visita a Bolsonaro foi negado por Moraes desde a descretação da prisão. No mesmo despacho, o magistrado autorizou a visita de outros cinco aliados do ex-presidente:

A vice-governadora do DF, Celina Leão (PP), os deputados federais Domingos Sávio (PL-MG), Joaquim Passarinho (PL-PA), Capitão Alden (PL-BA), e Júlia Zanata (PL-SC)

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