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Pedido para cassar Bove por violência contra Cíntia Chagas é arquivado

Por Metrópoles 26/08/2025 12:28
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A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) decidiu, nesta terça-feira (26/8), arquivar a denúncia contra o deputado estadual Lucas Bove (PL). Foram seis votos contra um no Conselho de Ética da casa legislativa. O parlamentar de direita, que estava presente na sessão, é acusado de quebra de decoro parlamentar após uma denúncia de agressão feita pela ex-esposa, Cíntia Chagas.

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Sessão extraordinária

Procurado pelo Metrópoles, o advogado de Lucas Bove, Mauricio Felberg, disse que a decisão pelo arquivamento da representação no Conselho de Ética da Alesp já era esperada. “Prefiro que ele [Lucas Bove] nem comente. Estamos prezando pelo sigilo do caso”, alegou.

A equipe de defesa de Cíntia Chagas também foi contatada, mas não se pronunciou até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto.

A influencer Cíntia Chagas e o deputado paulista Lucas Bove foram casados. Ela acusou o ex-marido de agressão física e psicológica

Denúncias de agressão

O deputado estadual Lucas Bove (PL) foi acusado de agredir Cíntia Chagas. Ele teria atirado uma faca contra a então esposa depois que ela se negou a parar de jantar para tirar uma foto com Michele e Jair Bolsonaro (PL), durante o casamento da filha do empresário Paulo Junqueira, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, em agosto de 2024. Segundo a influenciadora relatou no boletim de ocorrência, a perna dela ficou ferida.

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A agressão com arma branca teria sido o estopim para a separação do casal, mas, de acordo com Cíntia, as ameaças começaram mais de dois anos antes, quando os dois ainda eram namorados. No início de setembro do ano passado, a influencer registrou denúncia contra o deputado estadual, mas as acusações só vieram à tona publicamente em outubro.

Bove é investigado pela Polícia Civil de São Paulo por violência contra a mulher, violência psicológica, ameaça, injúria e perseguição. Atualmente, o deputado está impedido de se aproximar a menos de 300 metros da ex-companheira.

Ele também não pode ligar, enviar mensagens de texto nem mencioná-la nas redes sociais. O processo tramita na Vara de Violência Doméstica do Fórum do Butantã, na capital.

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