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Justiça

Superintendente da RBTrans nega acusações e aciona Justiça contra ex-servidora e críticos

Por Vitor Nobre 13/08/2025 20:33
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O superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTrans), Clendes Vilas Boas, voltou a se pronunciar publicamente nesta quarta-feira (13) após a repercussão de denúncias que o acusam de assédio moral, perseguição e uso indevido da estrutura da autarquia. Em vídeo publicado nas redes sociais, Clendes afirmou que está tomando medidas judiciais contra os acusadores.

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“Hoje registrei queixa na delegacia contra ataques covardes e levianos de opositores e de quem não teve seus interesses atendidos. Já são três acusadores arrolados, e amanhã terão mais! Não tolero politicagem barata, calúnia ou difamação. Cada ataque será respondido na Justiça. A verdade sempre vence!”, escreveu o superintendente na legenda da publicação.

As denúncias ganharam destaque após o vereador Eber Machado levar o caso à tribuna da Câmara Municipal. Uma das principais acusações partiu da influenciadora digital Marilia Rodrigues, ex-funcionária da RBTrans, que afirma ter sido vítima de assédio moral, perseguição e humilhações constantes. Ela também acusa Clendes de utilizar veículos da autarquia para realizar atividades pessoais, como a entrega de perfumes que comercializaria, além da realização de cultos religiosos dentro da sede da RBTrans.

Diante da repercussão, Clendes convocou a imprensa para uma coletiva, na qual negou todas as acusações. Ele classificou as denúncias como “levianas e fraudulentas”, afirmando que já ingressou com queixa-crime contra os envolvidos. Clendes confirmou que é revendedor de perfumes, mas destacou que a atividade ocorre fora do horário de expediente e negou qualquer uso dos recursos da autarquia para fins pessoais.

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O caso segue em apuração e dividindo opiniões nas redes sociais e nos bastidores políticos da capital acreana. Enquanto alguns cobram apuração rigorosa dos fatos, aliados do superintendente defendem que ele está sendo alvo de perseguição política. A Câmara Municipal e o Ministério Público devem acompanhar o desenrolar do caso nos próximos dias.

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