9 de julho de 2026

Disputa na esquerda esquenta com Tarcísio de olho no Planalto

Disputa na esquerda esquenta com Tarcísio de olho no Planalto
Disputa na esquerda esquenta com Tarcísio de olho no Planalto

De olho em 2026, aliados do presidente Lula devem aumentar a disputa pela candidatura ao governo de São Paulo diante da expectativa de uma possível candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) à Presidência da República.

No cenário atual, três ministros do governo federal despontam como possíveis nomes para a disputa: Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio), Márcio França (Empreendedorismo) e Fernando Haddad (Fazenda).

- Publicidade -

4 imagensMárcio França, ministro do Empreendedorismo do governo LulaFernando Haddad, ministro da FazendaFechar modal.1 de 4

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos)

João Valerio / Governo de SP2 de 4

Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula

Ministério de Portos e Aeroportos/Divulgação3 de 4

Fernando Haddad, ministro da Fazenda

Reprodução/BTG Pactual4 de 4

HUGO BARRETO/METRÓPOLES
@hugobarretophoto

Uma ala do PT defende o nome de Haddad para disputar o governo de São Paulo. Uma importante liderança aliada de Lula no estado afirmou à coluna que a escolha pelo ministro da Fazenda está “basicamente definida”.

Outra ala petista, no entanto, apoia o nome de Geraldo Alckmin, atual vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Leia também

Sem Tarcísio na disputa, Alckmin tem liderado pesquisas de intenção de voto para o governo paulista. Além disso, isso abriria a disputa pela vaga de vice de Lula nas eleições presidenciais de 2026.

Um levantamento da AtlasIntel, divulgado no dia 8 de setembro, mostra Alckmin com 39,4% das intenções de voto entre os eleitores paulistas. Algo que o colocaria como favorito sem a reeleição de Tarcísio.

Em outro cenário, interlocutores avaliam que as chances de Márcio França cresceriam caso Tarcísio se lançasse à Presidência da República. A avaliação é de que, diante de um quadro mais aberto, o PT poderia abrir mão da cabeça de chapa para evitar o risco de derrota.