9 de julho de 2026

Flávio sai em defesa de Eduardo Bolsonaro, alvo de críticas da direita

Flávio sai em defesa de Eduardo Bolsonaro, alvo de críticas da direita
Flávio sai em defesa de Eduardo Bolsonaro, alvo de críticas da direita

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saiu em defesa do irmão, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que tem sido alvo de críticas pela postura considerada intransigente em relação ao projeto de anistia e declarações recentes sobre as eleições de 2026.

Em uma publicação no X, Flávio afirmou que Eduardo “tem papel fundamental” no andamento da proposta que anistia envolvidos nos atos de 8 de Janeiro. Hoje, o texto é chamado PL da Dosimetria, e deve ser limitado à redução de penas. Eduardo, no entanto, insiste em uma anistia “ampla, geral e irrestrita”.

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“Se hoje estamos na iminência de aprovar uma anistia, Eduardo tem papel fundamental nisso”, avaliou o senador.

A fala de Flávio ocorre depois que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) o aconselharam a pedir que tenha uma conversa dura com o deputado federal.

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Como mostrou o Metrópoles, partidos de oposição veem Eduardo como “incontrolável” e temem que a postura possa impedir um acordo sobre a candidatura da direita para a Presidência no próximo ano.

Em entrevista ao Metrópoles, o deputado federal se colocou como candidato em 2026 caso o pai esteja, de fato, fora da disputa. Após a declaração, o presidente do PP, Ciro Nogueira (PP-PI), cobrou “bom senso” e unidade do campo político.

Prisão do pai

Neste domingo (28/9), Flávio Bolsonaro também usou as redes sociais para cobrar a revogação da prisão domiciliar do pai. Ele afirmou que as medidas cautelares impostas ao ex-presidente representam “perseguição” e “violência contra a democracia”.

“Banido das redes sociais, monitorado por tornozeleira eletrônica, vigiado 24 horas por dia, incomunicável dentro da própria casa e tudo isso sem sequer haver denúncia. É uma violência contra a democracia e contra a vontade de milhões de brasileiros que ele representa. Essas medidas arbitrárias já deveriam ter sido revogadas”, escreveu Flávio.