19 de junho de 2026

Gabriel Boric elogia democracia do Brasil após condenação de Bolsonaro

Gabriel Boric elogia democracia do Brasil após condenação de Bolsonaro
Gabriel Boric elogia democracia do Brasil após condenação de Bolsonaro

O presidente do Chile, Gabriel Boric, se manifestou nessa quinta-feira (11/9) sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em publicação nas redes sociais, Boric elogiou a democracia brasileira, que, segundo ele, resistiu a uma intenção de golpe de Estado e, agora, julga e condena seus responsáveis.

“Meus respeitos à democracia brasileira que resistiu a uma intenção de golpe de Estado e hoje julga e condena seus responsáveis. Trataram de destruí-la e hoje termina fortalecida. Democracia sempre.”

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A manifestação de Boric reforça o clima de cooperação e harmonia nas relações bilaterais entre Brasil e Chile, que se intensificaram nos últimos anos.

5 imagensO presidente do Chile, Gabriel BoricPresidente do Chile, Gabriel Boric, chegou na noite de sábado (16/11)Fechar modal.1 de 5

Ricardo Stuckert / PR2 de 5

Ricardo Stuckert / PR3 de 5

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 5

O presidente do Chile, Gabriel Boric

Vinícius Schmidt/Metrópoles5 de 5

Presidente do Chile, Gabriel Boric, chegou na noite de sábado (16/11)

Alex Ferro/G20

Condenação de Bolsonaro

A fala ocorre logo após a Primeira Turma do STF condenar Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Do total, 24 anos da pena deverão ser cumpridos em regime fechado. A decisão histórica marcou a primeira vez em que um ex-presidente brasileiro foi condenado por crimes contra a democracia.

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O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, propôs a pena de 27 anos e três meses, composta por 24 anos e 9 meses de prisão, 2 anos e 6 meses de reclusão e 124 dias-multa. O ministro Flávio Dino acompanhou o relator, mas sugeriu a aplicação de 124 dias-multa equivalentes a dois salários mínimos cada, proposta acatada por Moraes.

Os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente da Turma, também seguiram o relator. Somente Luiz Fux divergiu, votando pela absolvição de Bolsonaro em todos os crimes, e por isso não participou da dosimetria da pena.

Com isso, a condenação foi fechada por 4 votos a 1, confirmando a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes, como: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.