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Justiça mantém na cadeia acusado de atropelar e matar a própria mãe

Por Metrópoles 01/09/2025 19:27
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A Justiça decidiu manter a prisão de Ângelo Franco, 22 anos, acusado de atropelar e matar a própria mãe, Claudia Regina Costa Guerreiro, 56, no Sol Nascente.

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Ângelo passou por audiência de custódia no domingo (31/8). O juiz responsável converteu a prisão em flagrante por preventiva.

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O caso, registrado como feminicídio, ocorreu por volta das 19h30 dessa sexta-feira (29/8). Segundo testemunhas, antes de atingir a vítima, o investigado teria dito que, se ela não saísse da frente, “passaria por cima”.

O caso também foi enquadrado na Lei Maria da Penha. De acordo com o relato de testemunhas, mãe e filho teriam discutido pela posse de um telefone celular, de propriedade de Claudia.

Ainda de acordo com pessoas que conhecem a família, o suspeito é usuário de drogas e teria roubado o celular da mãe para comprar entorpecentes antes do atropelamento.

“Passar por cima”

O rapaz saiu da casa com o aparelho e dirigindo o carro da mãe, um veículo Fiat Uno de cor preta. Claudia tentou impedir o filho e ambos discutiram.

O rapaz, então, ameaçou “passar por cima” da mãe. Na sequência, atropelou a genitora com o veículo. A vítima chegou a ser arrastada em plena via pública.

Sangrando muito, especialmente no rosto, a mulher foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Claudia foi levada para o Hospital Regional de Ceilândia, mas não sobreviveu. O óbito foi confirmado por volta das 22h40.

Flagrante

Ângelo Franco foi preso em flagrante pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) logo após o crime na QNN 1/3.

Ele confessou o atropelamento aos militares e indicou o local onde havia escondido a chave do carro. No veículo, havia vestígios de sangue.

3 imagensFechar modal.1 de 3

Carro usado pelo criminoso ficou com vestígios de sangue

Divulgação/PMDF2 de 3

PMDF prendeu o indivíduo e apreendeu o veículo

Divulgação/PMDF3 de 3

Fiat Uno estava escondido na QNN 2

Divulgação/PMDF

 

Claudia também teria sido agredida antes de ser morta. A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam II), em Ceilândia, investiga o caso.

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