O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 0,4% no segundo trimestre (abril, maio, junho), comparado ao primeiro trimestre. O desempenho do trimestre representa uma desaceleração do crescimento da atividade econômica do país. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (2/9).
Entre os principais setores produtivos, serviços (0,6%) e indústria (0,5%) registraram altas. Enquanto a agropecuária (-0,1%) não mostrou variação significativa, de acordo com o IBGE.
O resultado do 2º tri veio levemente acima da projeção do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB. O IBC-Br estimava um crescimento de 0,3% no segundo trimestre.
Em valores correntes, o PIB acumulou R$ 3,2 trilhões entre abril e junho, sendo:
- R$ 2,7 trilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos; e
- R$ 431,7 bilhões de Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.
O PIB do Brasil
- O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, em um ano. A divulgação é feita trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
- Uma alta significa que a economia está crescendo em um ritmo bom. Por outro lado, um recuo implica encolhimento da produção econômica da nação.
- A estimativa do Banco Central (BC) para o crescimento da atividade econômica do país neste ano é de 2,1%. Já o Ministério da Fazenda projeta uma expansão mais otimista, de 2,5%.
- Para o mercado financeiro, o PIB do Brasil avançará 2,19% em 2025.
- Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, ante crescimento de 3,2% no ano de 2023.
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