9 de junho de 2026

“Sentimento de injustiça”, diz Carlos sobre julgamento de Bolsonaro

“Sentimento de injustiça”, diz Carlos sobre julgamento de Bolsonaro
“Sentimento de injustiça”, diz Carlos sobre julgamento de Bolsonaro

Os vereadores Carlos Bolsonaro (PL) e Jair Renan Bolsonaro (PL) visitaram na noite desta segunda-feira (1/9) o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. Após a visita, Carlos definiu o processo que seu pai está passando no Supremo Tribunal Federal (STF) como injustiça.

A visita ocorreu às vésperas do julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa suposta trama golpista atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus que visou anular as eleições de 2022.

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“Sentimento de injustiça pelo o que está sendo feito (…) A pessoa que não tem espírito é pobre. Deus fará justiça”, afirmou Carlos.

6 imagensApoiador do ex-presidente Jair BolsonaroCarlos Bolsonaro abraça apoiadorJair Renan e Carlos Bolsonaro com apoiadoresJair Renan com apoiadoraJair Renan e Carlos Bolsonaro cumprimentam apoiadoresFechar modal.1 de 6

Carlos Bolsonaro abraça apoiadora

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Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro

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Carlos Bolsonaro abraça apoiador

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Jair Renan e Carlos Bolsonaro com apoiadores

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Jair Renan com apoiadora

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Jair Renan e Carlos Bolsonaro cumprimentam apoiadores

Michael Melo/Metrópoles

Os filhos de Bolsonaro chegaram por volta das 20h no Condomínio Solar, em Brasília, onde o ex-presidente está em prisão domiciliar. Nesta terça-feira (2/9) começa o julgamento de Bolsonaro e aliados acusados de integrar uma organização que visou anular o resultado das eleições de 2022.

A primeira semana de julgamento se iniciará com o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin, abrindo a sessão. Na sequência, o relator da Ação Penal nº 2.668, ministro Alexandre de Moraes, lê o relatório, que é uma espécie de resumo do caso.

A expectativa é que a leitura do relatório por parte do ministro Alexandre de Moraes seja breve. Após a apresentação do “resumo do caso”, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá até duas horas para sustentar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pede a condenação de Bolsonaro e sete aliados. Não necessariamente Gonet irá utilizar todo o tempo que lhe é disponibilizado.

Passada essa etapa, será aberto espaço para as sustentações orais dos advogados dos oito réus. Cada jurista terá até uma hora para defender o seu cliente perante os ministros da Primeira Turma.

É esperado que a primeira semana de julgamento se encerre com as sustentações orais dos advogados, deixando o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, para abrir a sessão do dia 9 de setembro (terça-feira), já na segunda semana.