Ícone do site YacoNews

Trama golpista: STF inicia julgamento de Bolsonaro e sete réus; siga

trama-golpista:-stf-inicia-julgamento-de-bolsonaro-e-sete-reus;-siga

Trama golpista: STF inicia julgamento de Bolsonaro e sete réus; siga

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados começou às 9h10 desta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder.

O ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma do STF, abriu o julgamento com explicações sobre o rito adotado na Corte para a análise da Ação Penal 2668.

Por segurança, a Praça dos Três Poderes amanheceu cercada por grades. E, cerca de uma hora antes do julgamento, agentes da polícia judicial fizeram varreduras com cães no STF.

Celso Villardi, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi o primeiro entre as defesas a chegar ao julgamento do cliente e de mais sete aliados nesta terça-feira (2/9). Entre os réus apenas Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa, acompanha o julgamento no STF.

Acompanhe aqui o julgamento:

O núcleo 1, chamado de crucial, é composto por Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência – Abin); Almir Garnier Santos (almirante e ex-comandante da Marinha); Anderson Torres (ex-ministro da Justiça); Augusto Heleno (general da reserva e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional); Jair Bolsonaro (ex-presidente da República); Mauro Cid (tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, além de delator do caso); Paulo Sérgio Nogueira (general e ex-ministro da Defesa); e Walter Braga Netto (general da reserva e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa).

Leia também

Até o momento, a previsão é de que somente Paulo Sérgio Nogueira acompanhe o julgamento no STF. Os outros réus devem assistir pela TV, pois o julgamento será transmitido ao vivo. Advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Celso Villardi afirmou ao Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, que Bolsonaro não comparecerá presencialmente.

Metrópoles transmite julgamento de Bolsonaro

O grupo responde por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e privacidade de patrimônio tombado.

Veja datas e horários do julgamento

Primeira semana

A primeira semana de julgamento se iniciará com o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin, abrindo a sessão. Na sequência, o relator da Ação Penal nº 2.668, ministro Alexandre de Moraes, lê o relatório, que é uma espécie de resumo do caso.

5 imagensFechar modal.1 de 5

Alexandre de Moraes foi sancionado pelo governo Trump

Hugo Barreto/Metrópoles2 de 5

3 de 5

Cármen Lúcia acompanha votos de Moraes STF

Reprodução4 de 5

Flávio Dino

5 de 5

Ministro Luiz Fux

Antonio Augusto/STF

A expectativa é de que a leitura do relatório por parte do ministro Alexandre de Moraes seja breve. Após a apresentação do “resumo do caso”, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá até duas horas para sustentar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que pede a condenação de Bolsonaro e dos sete aliados. Não necessariamente Gonet vai usar todo o tempo que tem disponível.

Passada essa etapa, será aberto espaço para as sustentações orais dos advogados dos oito réus. Cada jurista terá até uma hora para defender o seu cliente perante os ministros da Primeira Turma.

É esperado que a primeira semana de julgamento se encerre com as sustentações orais dos advogados, deixando o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, para abrir a sessão do dia 9 de setembro (terça-feira), já na segunda semana.

6 imagensFechar modal.1 de 6

Arte/ Metrópoles2 de 6

Arte/ Metrópoles3 de 6

Arte/Metrópoles4 de 6

Arte/Metrópoles5 de 6

Arte/Metrópoles6 de 6

Arte/Metrópoles

Confira os réus do núcleo crucial

Alexandre Ramagem é o único que só responde por três crimes, devido a uma decisão do STF. Após pedido da Câmara dos Deputados, dois crimes foram sustados da análise, por terem sido cometido depois da eleição do parlamentar. Ramagem responde por organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Sair da versão mobile