9 de julho de 2026

União Europeia promete defender “cada centímetro” após ataque russo na Polônia

União Europeia promete defender “cada centímetro” após ataque russo na Polônia
União Europeia promete defender “cada centímetro” após ataque russo na Polônia

O clima voltou a ficar tenso para os líderes europeus que se pronunciaram nesta quarta-feira (10/9), repudiando a violação do espaço aéreo da Polônia por drones russos. Eles foram abatidos por caças poloneses e da Otan, mas se tornaram motivo de enorme revolta e preocupação nas últimas horas.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, fez um pronunciamento firme e afirmou que a União Europeia está preparada para defender “cada centímetro quadrado de seu território”. Ela ainda chamou a violação dos drones russos de “sem precedentes”.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Vulcão em erupção na Rússia após terremotoFoto: Filial de Kamchatka do Centro Federal de Pesquisa de Levantamentos Geofísicos da Academia Russa de Ciências/Telegram Criança de 2 anos tem braço arrancado em escada rolante de shopping; caso é investigadoFoto: Freepik Vladimir Putin e Nicolás Maduro – Internet Reprodução Internet Reprodução Emmanuel MacronReprodução / YouTube Presidente da Comissão Europeia Ursula von der LeyenReprodução / CNN

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“Hoje, testemunhamos uma violação insensata e sem precedentes do espaço aéreo da Polônia e da Europa por mais de 10 drones russos Shahed. (…) O flanco oriental da Europa mantém toda a Europa segura, do mar Báltico ao mar Negro. Por isso devemos investir em apoiá-lo. A Europa defenderá cada centímetro quadrado de seu território”, sentenciou.

Enquanto isso, Donald Tusk, primeiro-ministro da Polônia, disse que seu país “nunca esteve tão perto de um conflito armado desde o fim da 2ª Guerra Mundial”.
“Estamos lidando com uma provocação em grande escala. Estamos prontos para reagir a ataques e provocações. A situação é séria, e ninguém duvida de que devemos nos preparar para diversos cenários”, afirmou.

Outros líderes, como Emmanuel Macron, presidente da França; Kaja Kallas, primeira-ministra da Estônia; Josep Borrell, alto representante da União Europeia para Assuntos Externos e Política de Segurança; Keir Starmer, premiê do Reino Unido; e Mark Rutte, secretário-geral da Otan, também repudiaram as atitudes.