Durante o Festival de Cinema do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (8/10), Vera Egito falou sobre o impacto emocional de trabalhar em “Tremembé”, série que retrata a rotina e os bastidores de uma das penitenciárias mais conhecidas do país. Em entrevista à repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, a diretora e roteirista contou que o processo de escrita e gravação foi profundamente marcante.
“A gente passou dois anos, mais de dois anos escrevendo a série, eu sou roteirista também, depois todos os meses de filmagem. Acho que até escrever foi mais intenso, porque foram meses lendo esses casos, os relatórios, as condenações, as histórias das pessoas lá dentro. É de ter pesadelo mesmo, é tudo muito pesado”, relatou Vera.
Veja as fotosAbrir em tela cheia A série chega ao Prime Video em 31 de outubroFoto: Manuela Scarpa/BrazilNews Marina Ruy Barbosa em “Tremembé”Divulgação/Prime Video Divulgação/Prime Video Divulgação/Prime Video Divulgação/Prime Video
Voltar
Próximo
Leia Também
Carla Bittencourt
Além de encarnar Suzane von Richthofen, Marina Ruy Barbosa estreia como produtora de série
LeoDiasTV
Anselmo Vasconcelos comenta desafio de viver Roger Abdelmassih na série “Tremembé”
Notícias
Brasileira luta há 3 anos para trazer filho raptado pelo pai de volta ao país
Redes Sociais
Casamento à vista! Giovanna Lancellotti e Gabriel David posam no local do grande dia
Segundo ela, a imersão nas histórias reais dos detentos de Tremembé transformou sua percepção sobre a natureza humana.
“Mudou a minha visão em relação ao ser humano, no sentido de entender que a mente humana tem lugares muito sombrios, que são inacessíveis. É incompreensível, né? A gente tem uma tendência a querer entender por que a pessoa fez isso, e quanto mais eu li e estudei, cheguei à conclusão de que não existe porquê. Não tem como entender, é inexplicável”, complementou.






