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Dois anos após maior tragédia aérea no Acre em 20 anos, investigação do acidente que matou 12 avança a passos lentos

Por Cris Menezes 29/10/2025 14:01 Atualizado em 29/10/2025 14:01
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Bombeiros passaram cerca de quatro horas combatendo as chamas no local — Foto: Ciopaer-AC

Passados dois anos da queda do voo da A.R.T. Táxi Aéreo que matou 12 pessoas no Acre, a investigação oficial do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) ainda não tem previsão para conclusão. O acidente, ocorrido em 29 de outubro de 2023, é o mais mortal no estado desde 2002.

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De acordo com o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer), as apurações estão em 60% de conclusão. No último ano, o andamento foi de apenas 5%, o que demonstra a complexidade do caso. Em nota, o Cenipa afirmou que a conclusão terá “o menor prazo possível”, mas ressaltou que o tempo “depende da complexidade da ocorrência”.

O avião Caravan, de matrícula PTMEE, caiu um minuto após decolar do Aeroporto Internacional de Rio Branco com destino ao Amazonas. A aeronave explodiu ao atingir uma área de mata, carbonizando todos os ocupantes dez passageiros e dois tripulantes.

A identificação das vítimas foi um processo traumático. Devido ao estado dos corpos, foi necessário usar técnicas de extração de DNA. Dois anos depois, os restos mortais de Francisco Eutimar Bernardo de Souza, de 32 anos, natural de Eirunepé (AM), ainda não puderam ser identificados.

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Entre os mortos estavam profissionais de saúde, empresários e uma criança de 1 ano e 7 meses, Clara Maria Vieira Monteiro, que viajava com a mãe, Ana Paula Vieira Alves, de 19 anos. A maioria dos passageiros estava no Acre para tratamento de saúde e retornava para suas cidades.

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