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Em inglês, Maduro diz não à “guerra maluca” com os EUA: “No crazy war”

Por Metrópoles 23/10/2025 22:27
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu, em inglês, por paz diante de uma plateia formada por uma assembleia de sindicatos associados ao chavismo, nesta quinta-feira (23/10). A cena foi registrada em vídeo e circula na internet.

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Em inglês, Maduro começou dizendo não à guerra: “Not war, not war, not, war”. Em seguida, ele pediu repetidamente que haja apenas paz para sempre: “Just peace, just peace, just peace, forever, forever”.

Na sequência, Maduro disse, também em inglês, não à “guerra maluca”: “No crazy war”. Enquanto repetia as frases, o líder venezuelano ergueu o punho direito e foi aplaudido. Ao traduzir o que havia dito em inglês para a plateia, Maduro arrancou sorrisos dos presentes.

Veja vídeo:

 

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Temperatura quente

As falas de Maduro desta quinta ocorrem diante de uma escalada progressiva nas tensões entre Venezuela e Estados Unidos. Em agosto deste ano, os EUA enviaram navios de guerra com milhares de militares para a costa da Venezuela.

Desde setembro, embarcações apontadas pelos Estados Unidos como pertencentes a narcotraficantes têm sido alvo da artilharia norte-americana no mar do Caribe, e mais recentemente no Pacífico Oriental. Ao todo, o número acumulado de mortes divulgado é de 30.

As falas de Maduro desta quinta, pedindo paz, contrastam com o posicionamento dele, na quarta-feira (22/10), quando deu um recado indireto aos Estados Unidos, ao afirmar que a Venezuela tem mais de 5 mil mísseis russos para se defender.

“Qualquer força militar do mundo conhece o poder da Igla-S, e a Venezuela tem nada menos que 5 mil Igla-S em posições-chave de defesa antiaérea para garantir a paz, a estabilidade e a tranquilidade do nosso povo. Mais de 5 mil (…) quem entende, entende”, alertou Maduro em transmissão da TV estatal da Venezuela.

CIA

Na quarta, o jornal norte-americano The Washington Post noticiou que o presidente Donald Trump teria pedido “ações agressivas contra o governo venezuelano” ao conceder o aval à Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) para operações na Venezuela.

Segundo a reportagem do periódico, “o documento [que dá aval para as ações] não ordena explicitamente que a CIA derrube Maduro, mas autoriza medidas que podem levar a esse resultado, disseram pessoas familiarizadas com o assunto”.

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