8 de julho de 2026

Lula escolhe Jorge Messias, da AGU, para ocupar vaga de Barroso no STF, diz site

Lula escolhe Jorge Messias, da AGU, para ocupar vaga de Barroso no STF, diz site
Lula escolhe Jorge Messias, da AGU, para ocupar vaga de Barroso no STF, diz site

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu indicar o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada por pelo menos cinco auxiliares e aliados do petista à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, nesta quinta-feira (16/10).

Barroso se aposentou antecipadamente aos 67 anos, oito anos antes da idade limite de 75 anos. A nomeação de Messias deve ser oficializada por Lula nas próximas horas. Após o anúncio, o ministro será sabatinado pelo Senado, que decidirá se aprova ou não a indicação.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Ivo Herzog, filho de Vladimir, e Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União (AGU)Foto: Danilo Verpa/Folhapress Advogado-geral da União, Jorge MessiasReprodução Jorge Messias, advogado-geral da União do governo LulaFoto: José Cruz/Agência Brasil

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Após a publicação da matéria pelo Metrópoles, Messias negou ter recebido convite formal. “Não fui convidado para nada. Isso não passa de especulação”, afirmou à coluna de Gadelha.

A escolha de Messias era considerada a mais provável entre os nomes avaliados pelo presidente e contava com forte apoio de lideranças do PT. Segundo interlocutores, Lula priorizou a relação de confiança e a afinidade pessoal que mantém com o atual chefe da AGU.

Procurador da Fazenda Nacional desde 2007, Jorge Messias tem 45 anos e poderá permanecer no STF por até 30 anos, caso tenha seu nome aprovado. No terceiro mandato de Lula, ele ocupa o comando da Advocacia-Geral da União desde janeiro de 2023. Antes disso, foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência durante o governo Dilma Rousseff.

Com a decisão, o presidente deixou de lado outras opções ventiladas nos bastidores, como o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que era defendido por ministros do Supremo, entre eles Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.