4 de junho de 2026

Nikolas sai em defesa de Derrite após crítica de Tabata Amaral

Nikolas sai em defesa de Derrite após crítica de Tabata Amaral
Nikolas sai em defesa de Derrite após crítica de Tabata Amaral

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) saiu em defesa de Guilherme Derrite após a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) criticar o secretário de Segurança Pública de São Paulo por descartar a participação do Primeiro Comando da Capital (PCC) na adulteração de bebidas por meio de metanol.

“O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou que o PCC não poderia estar envolvido nas mortes por metanol porque bebidas não dão tanto lucro quanto a cocaína. Sim, o homem responsável por comandar a segurança do nosso Estado não tem a menor ideia de como o crime organizado opera”, disse Tabata Amaral em suas redes sociais.

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3 imagensGuilherme Derrite, secretário de Segurança Pública do Governo de São PauloDeputado Nikolas Ferreira (PL) rebateu critica de Tabata Amaral a Guilherme DerriteFechar modal.1 de 3

Tabata Amaral criticou Derrite por descartar envolvimento do PCC

Arte/Metrópoles2 de 3

Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública do Governo de São Paulo

Fábio Vieira/Metrópoles3 de 3

Deputado Nikolas Ferreira (PL) rebateu critica de Tabata Amaral a Guilherme Derrite

Hugo Barreto/Metrópoles

Ao reagir a Tabata, Nikolas destacou o histórico de Derrite e alfinetou a parlamentar.

“Derrite: policial desde 2003; tornou-se capitão em 2018; comandou a Rota por três anos. Formado em Ciências Sociais e Segurança Pública; bacharel em Direito pela Universidade Cruzeiro do Sul; pós-graduado em Ciências Jurídicas; deu prejuízo bilionário ao PCC como secretário de Segurança Pública em SP. Tabata: Amaral”, escreveu Nikolas no X.

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Participação do PCC

Em entrevista coletiva sobre as investigações relacionadas à adulteração de bebidas alcoólicas, Derrite afirmou que nenhum indício de participação do PCC no esquema foi encontrado até o momento.

“São locais distintos. Nenhum dos 41 presos pertence ou pertenceu a qualquer organização criminosa”, afirmou o secretário. “Até agora, não há nenhum indício, em nenhuma das prisões ou fiscalizações, da participação do crime organizado”, disse o secretário.