Segundo informações, a decisão foi tomada após parecer da Procuradoria-Geral do Município, que apontou inviabilidade técnica e financeira para dar continuidade à execução. O estudo identificou que 44 casas e 128 moradores seriam impactados diretamente, o que exigiria desapropriações e aluguel social, custos que não estavam previstos no contrato.

A Prefeitura ressaltou ainda a dificuldade de manter o equilíbrio econômico da obra diante de gastos extras não programados. Por esse motivo, o contrato firmado com a empresa Solus Engenharia LTDA foi oficialmente rescindido, extinguindo as obrigações entre as partes.
Com a medida, o município corre o risco de perder os recursos destinados ao projeto, considerados um dos maiores investimentos já previstos para Sena Madureira. A gestão informou que avalia alternativas para garantir novos formatos de execução no futuro, sem comprometer o orçamento e respeitando a legislação vigente.