17 de julho de 2026

Café do Acre é destaque no Pavilhão da ABDI na COP30, em Belém

Café do Acre é destaque no Pavilhão da ABDI na COP30, em Belém

Além de promover mais de 40 painéis temáticos, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) levou para a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) uma cafeteria exclusiva para degustação de grãos da região do Juruá, majoritariamente da espécie Conilon (Robusta).

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Os cafés são provenientes de Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima e têm feito sucesso desde o primeiro dia do evento. O projeto Café Amazônia Sustentável, que impacta diretamente mais de 2 mil pessoas no Juruá, é o responsável pelo beneficiamento e pela promoção desses grãos na COP30. Das 9h às 18h, a fila para experimentar a bebida é constante.

A diretora de Economia Sustentável e Industrialização da ABDI, Perpétua Almeida, destaca a importância de apresentar o produto em um evento que reúne representantes globais.

“O café do Acre, que estamos servindo em nosso pavilhão, é a prova de que é possível unir desenvolvimento industrial e preservação ambiental. O que mostramos ao mundo aqui em Belém é a nova política industrial em ação”, disse.

Perpétua completou: “Estamos mostrando que podemos ter uma Amazônia que gera renda para quem cuida da floresta, com tecnologia e produção sustentável. Nosso café é o símbolo da bioeconomia que estamos ajudando a construir”.

Segundo o líder do projeto, Eduardo Tosta, são servidos cerca de 600 cafés por dia. Ele ressalta que, além do sabor, a bebida carrega as histórias de agricultores familiares do Acre.

“Nós estamos trazendo cafés de renome, inclusive o eleito melhor café do Acre em 2024. Estamos demonstrando aqui que o nosso produto é feito com excelência. É possível produzir de forma sustentável, com empoderamento da agricultura familiar e gerando benefícios para as famílias, protegendo a Amazônia”, afirmou.