15 de junho de 2026

Influenciadoras choram ao deixar audiência que decidirá liberdade de Hytalo Santos

Influenciadoras choram ao deixar audiência que decidirá liberdade de Hytalo Santos
Influenciadoras choram ao deixar audiência que decidirá liberdade de Hytalo Santos

As influenciadoras Renatinha Cabulosa e Kamylinha, que faziam parte da Turma do Hytalo Santos, foram flagradas deixando o Fórum Criminal de Bayeux na tarde desta terça-feira (4/11) visivelmente abaladas, após a audiência que decidirá a liberdade do influenciador paraibano, preso desde o dia 15 de agosto, suspeito de tráfico humano, exploração sexual infantil e trabalho infantil irregular.

Em vídeos publicados na página do Instagram Choquei, Renatinha aparece aos prantos, sendo consolada por pessoas presentes, enquanto Kamylinha deixa o local cabisbaixa.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Hytalo e IsraelReprodução Polícia divulga novas imagens de Hytalo Santos na penitenciária da ParaíbaReprodução Hytalo Santos e EuroFoto: Reprodução/Instagram @hytalosantos Hytalo Santos, influenciador digitalReprodução: Redes Sociais

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Essa é a primeira audiência de instrução sobre o caso de Hytalo Santos e Israel Natã Vicente, mais conhecido como Euro, que estão presos na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, conhecida como presídio do Roger. Nessa primeira audiência, testemunhas de defesa e da acusação estão sendo ouvidas.

O caso
A 2ª Vara Mista de Bayeux aceitou parcialmente a denúncia e tornou réus Hytalo Santos e o marido dele, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, por produção de conteúdo pornográfico com crianças e adolescentes. Essa decisão determinou o desmembramento do processo, de forma que outros três crimes relacionados à exploração sexual e imputados aos investigados devem ser analisados pela Vara Criminal do município.

O influenciador Hytalo Santos e o marido dele foram denunciados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) pelos crimes de tráfico de pessoas, produção de material pornográfico e favorecimento da prostituição e exploração sexual de vulneráveis.

De acordo com o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que é responsável pelas investigações, a apuração revelou um modus operandi estruturado e premeditado, voltado à exploração sexual de crianças e adolescentes, caracterizado pela utilização de artifícios de fraude, promessas de fama e vantagens materiais para atrair vítimas em situação de vulnerabilidade.

O MP apontou que procedimentos estéticos e tatuagens de caráter sexualizado eram realizados, além de ambos fazerem rígido controle sobre as rotinas e meios de comunicação dos adolescentes. Um pedido de indenização por danos coletivos no valor de R$ 10 milhões também foi requisitado.