9 de julho de 2026

Marjorie Estiano detalha desafio de interpretar Ângela Diniz em nova série da HBO Max

Marjorie Estiano detalha desafio de interpretar Ângela Diniz em nova série da HBO Max
Marjorie Estiano detalha desafio de interpretar Ângela Diniz em nova série da HBO Max

O portal LeoDias esteve presente na coletiva de imprensa da nova série da HBO Max, “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, realizada na última terça-feira (11/11), onde a atriz Marjorie Estiano falou sobre a experiência de interpretar Ângela Diniz, protagonista da produção inspirada na história real da socialite mineira. A atriz descreveu o papel como “uma oportunidade de se experimentar na liberdade e na leveza”, ressaltando que o trabalho a transformou pessoal e artisticamente.

“Ela era uma figura que se autorizava a se dar prazer, a se oferecer liberdade. A beleza da vida é viver só”, disse Marjorie. Segundo a atriz, a personagem traz reflexões profundas sobre autonomia e prazer feminino. “Para mim, a vida sempre foi muito trabalho, compromisso e seriedade. Essa personagem me deu a chance de me experimentar na leveza, no prazer. Isso é muito valioso, um exercício para a vida inteira”, contou.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Marjorie Estiano como Ângela DInizReprodução Marjorie Estiano é a protagonista da série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”Crédito: Reprodução Instagram @hbomaxbrasil Série sobre assassinato de socialite brasileira estará disponível a partir de 13 de novembro na HBO MaxDivulgação: HBO Max

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Durante a coletiva, Marjorie também destacou o simbolismo da personagem no contexto social atual. “A gente continua sendo ameaçada. Acho que o fato de ser tão diretamente impactada por essa narrativa me trouxe um engajamento muito grande”, observou, reforçando a relevância de debater a liberdade e os direitos das mulheres.

A atriz ainda ressaltou o ineditismo de interpretar uma mulher que vive o prazer sem culpa. “As personagens femininas estão sempre ali para sofrer. Ter uma protagonista da própria vida, combativa e dada ao prazer, é uma exceção. Foi um privilégio imenso poder fazer”, completou.