16 de junho de 2026

Plano de Sidônio sobre segurança enfrenta resistência no governo Lula

Plano de Sidônio sobre segurança enfrenta resistência no governo Lula
Plano de Sidônio sobre segurança enfrenta resistência no governo Lula

Integrantes do governo Lula estão divididos sobre o plano do ministro da Secom, Sidônio Palmeira, para reagir à operação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro.

Durante reunião com Lula em Belém na terça-feira (4/11), Sidônio apresentou ao presidente e a outros integrantes do governo o projeto “Aliança Contra o Crime pela Paz”.

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4 imagensMinistro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBCFechar modal.1 de 4

Sidônio Palmeira e o presidente Lula

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Ricardo Stuckert/PR3 de 4

Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC

Hugo Barreto/Metrópoles
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Ricardo Stuckert/PR

Conforme revelado pela colunista Mônica Bergamo e confirmado pelo Metrópoles, o plano prevê um conjunto de ações e conceitos que poderiam reposicionar o governo Lula no tema.

A ideia do projeto seria explorar ações concretas do governo para apreenção de drogas, construção decentros integrados de segurança e investigações contra organizações criminosas.

Uma ala do governo, porém, não se entusiasmou com a ideia. Uma das principais resistências se deve à sugestão de Sidônio para que o ministro da Casa Civil, Rui Costa, coordene o plano.

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A proposta de Sidônio enfrenta resistência no Ministério da Justiça e Segurança Pública. A avaliação é de que o plano de ter Rui como coordenador enfraqueceria o ministro Ricardo Lewandowski.

Outros auxiliares de Lula lembram que o chefe da Casa Civil deve deixar o cargo em abril de 2026, para disputar as eleições na Bahia, o que poderia comprometer a coordenação do projeto.

Há ainda uma ala do governo que avalia que o plano poderia trazer o problema da segurança pública, que é atribuição principalmente dos governos estaduais, para o colo de Lula em pleno ano eleitoral.

O próprio presidente, de acordo com relatos, apenas ouviu a apresentação de Sidônio e não deu encaminhamento. A ideia é que ele só volte a discutir o tema após terminar sua participação na COP30.