9 de julho de 2026

Alanis Guillen destaca relevância de personagem lésbica no horário nobre da Globo

Alanis Guillen destaca relevância de personagem lésbica no horário nobre da Globo
Alanis Guillen destaca relevância de personagem lésbica no horário nobre da Globo

Uma das primeiras a chegar à confraternização do elenco da novela “Três Graças”, realizada na última terça-feira (16/12), em um restaurante de Curicica, na zona oeste do Rio de Janeiro, Alanis Guillen falou sobre o momento especial que vive em sua carreira. Em entrevista à repórter do portal LeoDias, Monique Arruda, a atriz comentou o reconhecimento do público e a responsabilidade de levar uma história de amor entre mulheres para o horário nobre.

Mesmo enfrentando trânsito intenso para chegar ao encontro, Alanis demonstrou entusiasmo com a fase atual da carreira: “Estou muito feliz!”, disse. Questionada se percebeu mudanças na forma como é abordada nas ruas por estar em uma produção das 21h, a atriz afirmou que o reconhecimento já existia, mas que agora ele ganha novas nuances: “Sempre me reconhecem por vários trabalhos. Esse também tem esse reconhecimento; às vezes é ‘a filha do Ferretti’! Mas cada um que me encontra lembra de algum personagem”, contou.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovski) em “Três Graças”Divulgação: Globo Alanis GuillenFoto: Dani Toviansky/Globo Alanis GuillenReprodução: Instagram/@alanissguillen “Tô com reiva”, bordão de Juma Marruá, interpretada por Alanis Guillen em “Pantanal” (versão 2022)Reprodução: Globo Alanis Guillen em “Mania de Você”Foto: Manoella Mello/Globo

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Para Alanis, embora a novela das nove tenha, de fato, um alcance maior, o impacto também depende da identificação do público. Ainda assim, ela reconhece que a faixa horária amplia a repercussão da história: “Tem um público geral, tem seus horários… Mas acho que a novela das 21h repercute de uma maneira grande mesmo”, afirmou.

Na trama, a atriz vive uma personagem com um arco dramático intenso, que envolve um relacionamento afetivo com outra mulher, Juquinha, vivida por Gabriela Medvedovsky. Segundo ela, levar esse tipo de narrativa para o principal horário da dramaturgia brasileira é, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade e uma missão especial: “Estou muito feliz e honrada de essa história estar sendo bem contada e com uma repercussão ótima”, destacou a atriz.

Alanis revelou ainda que tem recebido mensagens de espectadores que se sentem representados pela trajetória da personagem. De acordo com a atriz, cenas de diálogo e acolhimento têm provocado identificação e alívio em quem acompanha a novela: “Tenho recebido mensagens de alegria por se sentirem representadas. Até esse diálogo com o Leo é um alívio, porque acho que o que a gente mais quer na vida é ser o que a gente é, com liberdade, com amor e com carinho da nossa família. Acho que, quando é para falar de amor e aceitação, a gente tem que estar de coração aberto e ser o que a gente é sempre”, refletiu Guillen.

Ao final da conversa, Alanis agradeceu o carinho do público e celebrou o clima de união entre o elenco de “Três Graças”, reforçando o sentimento de gratidão pelo trabalho e desejando boas festas de fim de ano.