Início / Versão completa
Geral

Gato Preto se defendeu em ação de PM dias antes de ser preso; entenda

Por Metrópoles 16/12/2025 06:26
Publicidade

A coluna Fábia Oliveira descobriu que, três dias antes de ser preso, Samuel Sant’Anna, o Gato Preto, se defendeu em uma ação em que é réu. O caso, que não tem conexão com o cárcere, envolve um policial militar.

Publicidade

Como já contamos aqui, o influenciador foi abordado junto de colegas em um lava-jato, no Rio de Janeiro. Após um simulacro de arma de fogo ser encontrado com o segurança do famoso, o grupo foi conduzido até uma delegacia. Segundo Cleber, apenas o segurança foi ouvido, enquanto os demais aguardaram do lado externo. Acontece que, sem autorização, Gato Preto teria fotografado seu rosto, publicando sua imagem nas redes sociais com os dizeres: “sai pra lá seus perrequeiro”.

Leia também

À Justiça, o PM sustenta que o episódio lhe causou constrangimento, desgaste perante a administração, humilhação e abalo emocional. Ele pediu uma indenização em R$ 30 mil por danos morais, além de uma retratação pública.

Defesa de Gato Preto

Em sua contestação, Gato Preta afirma ter simplesmente exercido seu direito de crítica a um agente público. Ele destaca que a foto foi tirada em local público e retrata o autor no exercício de sua atividade como PM.

3 imagensFechar modal.1 de 3

O influenciador Gato Preto após ser preso em SP por não pagar pensão alimentícia

Polícia Civil de SP2 de 3

Gato Preto

Reprodução/Instagram3 de 3

Gato Preto

Reprodução/Instagram

O influenciador defende só ter narrado um fato e expressado seu descontentamento sobre a conduta do autor. Diz que usou a expressão “sai pra lá seus perrequeiro” para se referir à situação vivida, e não como um ataque pessoal ao policial.

Gato Preto sustenta, ainda, que a crítica a agentes públicos é parte da democracia e não gera dano moral quando o crítico não age com a intenção de caluniar, difamar ou injuriar. Ele afirma ser esse o seu caso. O artista diz, também, que Cleber não apresentou provas de que sua postagem tenham gerado prejuízos concretos à sua carreira ou vida pessoal. Sem ter comprovado o dano, o militar não faria fazer jus à indenização.

Por fim, Gato Preto atacou o valor de R$ 30 mil requisitado pelo policial, classificando a quantia como absurda, desproporcional e digna de configurar enriquecimento sem causa do agente público.

Audiência de conciliação

Um dia após apresentar sua defesa, em 12 de novembro, o influenciador faltou à audiência de conciliação marcada.

Antes do “encontro”, Samuel havia pedido para participar da audiência virtualmente. O influenciador explicou residir em São José dos Campos, São Paulo, enquanto a conciliação aconteceria no Rio de Janeiro, onde tramita a ação.

O policial militar, presente na audiência, pediu que Gato Preto seja dado como revél. Cleber pontuou que as audiências devem ocorrer presencialmente e que a ausência do famoso deveria ser punida com a revelia.

Caso o artista se torne revél, os fatos narrados por Cleber à Justiça serão entendidos como presumidamente verdadeiros, complicando a situação do influencer. Eita!

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.