2 de julho de 2026

Justiça julga nesta 5ª recurso do MPDFT contra Bruno Henrique

Justiça julga nesta 5ª recurso do MPDFT contra Bruno Henrique
Justiça julga nesta 5ª recurso do MPDFT contra Bruno Henrique

A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) vai julgar, na próxima quinta-feira (4/12), o recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que pede a reconsideração da Justiça, que não recebeu a denúncia oferecida quanto às imputações dos crimes de estelionato contra o atacante Bruno Henrique, do Flamengo.

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O MP também pede revisão na decisão da Justiça que indeferiu o pedido da instituição quanto ao manejo de medidas cautelares como a suspensão de toda atividade de natureza econômica ou financeira relacionada às apostas esportivas e o pagamento de fiança de R$ 2 milhões.

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Bruno Henrique.

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Bruno Henrique é jogador

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Jogador Bruno Henrique

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Jogador Bruno Henrique durante jogo

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Bruno Henrique em lance de jogo

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Bruno Henrique é atleta do Flamengo

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Em 25 de julho, Bruno Henrique e o irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, viraram réus por fraude em apostas esportivas. No entanto, o juiz Fernando Brandini Barbagalo aceitou parcialmente a denúncia do MPDFT.

O recurso do MP reitera os pedidos iniciais da denúncia. Os argumentos são que as cautelares devem ser determinadas porque, ao manter aos denunciados o acesso ao tráfego negocial das apostas esportivas, há a possibilidade de firmarem contratos com casas de aposta e o risco de novas investidas.

No recurso, o MPDFT pede para:

  • reformar a decisão no ponto em que rejeitou a denúncia quanto aos crimes de estelionato;
  • reformar a decisão recorrida para se admitir o manejo da fiança de R$ 2 milhões em face de Bruno Henrique – contra ele e todos os demais acusados;
  • suspender toda atividade de natureza econômica ou financeira relacionada às apostas esportivas, incluindo a proibição de firmar contratos de patrocínio e de publicidade pessoal com qualquer casa de apostas ou mesmo a suspensão de contratos dessa natureza, caso vigentes;
  • determinar a proibição de criar contas em plataformas de quaisquer das casas autorizadas a funcionar no Brasil; e
  • determinar a proibição de efetivar apostas, ainda que por interpostas pessoas, em qualquer evento esportivo.

Réus

Ao tornar réus o atleta e o irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, a Justiça abriu uma ação penal na qual eles passam a responder criminalmente por manipulação de resultado esportivo. A pena varia entre 2 e 6 anos de prisão, além de multa.

A Justiça acolheu a denúncia apenas contra Bruno Henrique e seu irmão, rejeitando a denúncia contra os demais investigados. O caso foi revelado em primeira mão pelo Metrópoles.