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Lula se irrita após queda de energia durante agenda em Foz do Iguaçu

Por Metrópoles 19/12/2025 18:27
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta sexta-feira (19/12), da inauguração da ponte entre Brasil e Paraguai, em Foz do Iguaçu (PR). O petista se irritou com a queda de energia no evento, que aconteceu durante seu discurso e fez o microfone parar de funcionar, e encerrou a cerimônia.

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Imagens mostram Lula tentando retomar a fala por alguns minutos. Sem sucesso, ele desceu do palco e se aproximou do público presente. Logo depois, a transmissão do Canal Gov foi interrompida e, segundo informações locais, a solenidade acabou sendo cancelada.

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Antes da interrupção, o presidente discursou por cerca de dez minutos e destacou a importância da obra, que recebeu investimento de R$ 1,9 bilhão dos dois países. Nesta primeira etapa de funcionamento, a partir deste sábado (20/12), o tráfego será liberado de forma gradual, inicialmente com a circulação de caminhões sem carga nos dois sentidos.

“Nessa ponte vai transitar o povo paraguaio para o Brasil e povo brasileiro para o Paraguai para fazer negócio, para trabalhar, para vender e para comprar. Isso significa que, para nós brasileiros, para os paraguaios, o que interessa para nós é fazer com que as duas economias cresçam”, afirmou Lula.

A solenidade ocorreu na nova aduana Brasil-Paraguai e marcou a entrega da segunda ligação viária sobre o Rio Paraná entre os dois países, seis décadas após a inauguração da Ponte da Amizade.

“Enquanto tem presidente querendo construir muros para pobres não atravessarem para o seu país, tem gente querendo fazer guerra para permitir que outros não passem para o seu lado, nós aqui, latino-americanos, paraguaios e brasileiros, queremos dizer ao mundo: nós somos da paz”, destacou o chefe do Executivo.

Lula permanece em Foz do Iguaçu neste sábado, quando a cidade sediará a 67ª reunião de chefes de Estado do Mercosul. O encontro marcará o encerramento da presidência brasileira no bloco, exercida de forma rotativa a cada seis meses.

A cúpula deve terminar sem a conclusão do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, principal bandeira defendida pelo presidente à frente do grupo.

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