29 de junho de 2026

Moraes nega mudança de horário de fisioterapia de Bolsonaro

Moraes nega mudança de horário de fisioterapia de Bolsonaro
Moraes nega mudança de horário de fisioterapia de Bolsonaro

Na decisão desta sexta-feira (19/12) que autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a realizar uma cirurgia, após a constatação de que o ex-chefe do Palácio do Planalto é portador de hérnia inguinal bilateral, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a alteração dos horários das sessões de fisioterapia que Bolsonaro foi autorizado a fazer durante o banho de sol na prisão.

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A defesa de Bolsonaro havia pedido ao STF para alterar os horários das sessões para se adequar ao profissional que iria atender o ex-presidente. Na decisão, Moraes afirmou que é o profissional que precisa se adequar aos horários da superintendência da Polícia Federal (PF).

“Indefiro o requerimento de troca do horário das sessões de fisioterapia, uma vez que o atendimento médico deve se adequar aos horários da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal”, decidiu Moraes.

Moraes nega mudança de horário de fisioterapia de Bolsonaro - destaque galeria6 imagensO ex-presidente Jair BolsonaroJair Bolsonaro e Flávio BolsonaroAtualmente, Bolsonaro está preso em BrasíliaAtualmente, Bolsonaro está preso preventivamente em BrasíliaEx-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu filho, senador Flávio Bolsonaro (PL)Fechar modal.MetrópolesJair Bolsonaro1 de 6

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Atualmente, Bolsonaro está preso em Brasília

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Atualmente, Bolsonaro está preso preventivamente em Brasília

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Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu filho, senador Flávio Bolsonaro (PL)

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O indeferimento foi dado no mesmo despacho que autorizou Bolsonaro a realizar um procedimento cirúrgico.

A medida ocorre após perícia da Polícia Federal (PF) indicar a necessidade de reparo cirúrgico em caráter eletivo, apontando que o “procedimento deve ser realizado o mais breve possível, haja vista a refratariedade aos tratamentos instituídos, a piora do sono e da alimentação, além de acelerar o risco de complicações do quadro herniário, em decorrência do aumento da pressão intra-abdominal”.

Ao analisar o laudo da PF, Moraes autorizou a realização da cirurgia para correção da hérnia inguinal bilateral, mas ressaltou que o procedimento não tem caráter de urgência. A perícia apontou que a intervenção é eletiva, ou seja, pode ser programada, cabendo à defesa informar a data pretendida para a realização do procedimento.