5 de julho de 2026

Traficante “Jef”, que matou policial da Core, morre em confronto

Traficante “Jef”, que matou policial da Core, morre em confronto
Traficante “Jef”, que matou policial da Core, morre em confronto

O traficante Jefferson Rosa dos Reis, conhecido como “Jef”, foi morto durante um confronto com Policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) nesta terça-feira (2/12). Ele era apontado como um dos criminosos que mataram o policial civil João Pedro Marquini (foto em destaque), em março deste ano.

A ação que culminou na morte do traficante ocorreu na Ladeira dos Tabajaras, Zona Sul do Rio. Os investigadores foram até a região para apurar informações de inteligência a respeito dos criminosos que mataram o policial civil.

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Ao chegarem à comunidade, os policiais foram atacados pelos bandidos e houve confronto. Um dos criminosos ficou ferido e os comparsas dele obrigaram um morador a levá-lo para um hospital da região em uma kombi.

No hospital, os policiais conseguiram confirmar a morte de Jefferson Rosa. Contra ele, havia um mandado de prisão pelo homicídio.

As investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apontaram que ele e um outro traficante foram os autores dos disparos.

Jef tinha anotações criminais por tráfico, associação para o tráfico, organização criminosa, roubo de arma de fogo, homicídio e latrocínio.

O que aconteceu

  • O policial de elite João Pedro Marquini, de 38 anos, morreu após ser baleado na Serra da Grota Funda, na zona oeste do Rio, na noite de 30 de março.
  • Marquini, como era conhecido o agente, e a esposa, a juíza Tula Mello, estavam em carros separados e seguiam pela Estrada de Guaratiba. Na altura do Túnel da Grota Funda, criminosos com fuzis atacaram as vítimas.
  • O casal acabou cruzando um comboio de bandidos, conhecido como “bonde”.
  • O policial foi atingido por cinco disparos de fuzil — dois no peito, dois no braço e um na perna.
  • Ele morreu no local. O veículo de Tula também foi atingido por disparos, mas ela não se feriu.
  • Os criminosos teriam fugido em direção à Comunidade César Maia, que, há mais de um ano, é controlada pelo Comando Vermelho (CV).