Em contato com o portal LeoDias, a advogada do ex-goleiro Bruno Fernandes, Mariana Migliorini, afirmou que recomendou ao seu cliente que não fosse ao encontro de Bruninho Samudio, como combinado com a madrinha do menino, Maria do Carmo dos Santos. Segundo ela, não haveria tempo hábil para solicitar uma autorização judicial para o encontro, já que ele permanece em execução de pena.
“O Bruno e o Bruninho vinham mantendo uma conversa amistosa já há bastante tempo. A procura partiu do Bruno há cerca de quatro anos, e eles conversavam. Depois, a avó dele proibiu, e ele estava respeitando. Até que surgiu essa proposta da madrinha dele, que se apresentou ao Bruno como advogada, dizendo que era advogada do Bruno e madrinha do Bruninho”, iniciou Mariana.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Bruninho Samudio em entrevista à TVReprodução / Record Reprodução Reprodução Bruninho, filho de Eliza Samúdio, em atuação no Athletico-PR (Reprodução)
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Mariana contou que a ideia do encontro partiu de Maria do Carmo, que, segundo ela, além de madrinha, também seria advogada de Bruninho, e que a mesma impôs condições, como apenas a presença dela, da avó de Bruninho, do menor e do jogador: “Quando o Bruno me comunicou essa situação, eu expliquei a ele que recomendava que não comparecesse, porque ele ainda se encontra em execução de pena. Então, teria que haver uma autorização do juiz da execução. A gente teria que verificar as condições que o juiz impusesse para ele comparecer. Tudo isso envolve formalidades que são providenciadas pelo Judiciário. Outra coisa: ela proibiu veementemente a presença de advogado, no caso eu, que represento o Bruno na execução penal e consegui a liberdade dele, e proibiu também a presença da esposa do Bruno”, afirmou a advogada.
Para a defesa do jogador, a madrinha de Bruninho teria a suposta intenção de gravar o encontro e veiculá-lo posteriormente: “Ela diz que a Ingrid não gosta do Bruninho, o que é uma falácia. Foi extremamente grosseira. Tentou provocar a Ingrid, dizendo que o Bruninho era um filho homem, porque a Ingrid tem meninas. Isso é de uma baixeza muito grande. Outra situação que notamos é que elas queriam, na verdade, fazer um encontro gravado para vender uma matéria”.
“Então, mantive a decisão. Falei: ‘Bruno, não há tempo de eu pedir a um juiz que autorize a sua presença’. Não seria em local público, não seria em um local seguro, eu não sei o que elas querem. Então, partiu do escritório, da defesa dele, a decisão de que ele não comparecesse”, completou, afirmando ainda que, posteriormente, teria sido informado de que o encontro seria no Maracanã, com a presença da imprensa.
Sobre os atrasos de pensão, Migliorini explicou que se deram por conta da dificuldade do atleta em conseguir emprego, mas que está tentando resolver a situação: “Há um débito de pensão alimentícia. O Bruno, depois que saiu da prisão, enfrenta bastante dificuldade para conseguir emprego, mas, se Deus quiser, isso tudo vai se resolver, e ele vai conseguir quitar. A gente quer que o Bruninho, em específico, tenha todo sucesso, que todas as mulheres sejam respeitadas. O Bruno mudou muito. Eu falo muito com ele, converso muito com ele, e a gente quer que ele tenha sossego, paz e possa seguir a vida dele. Lembrando que, no Brasil, não existe pena de morte nem pena de prisão perpétua. O que a civilização criou até hoje, como o melhor que se pode alcançar em termos de paz social, é a pena de prisão, e essa pena ele cumpriu. Então, não há o que fazer”, concluiu.






