10 janeiro 2026

Após operação dos EUA, Brasil inicia monitoramento sanitário na fronteira com a Venezuela

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O Ministério da Saúde informou na última segunda-feira (5/1) que enviou equipe da Força Nacional do SUS (FNSUS) para avaliar as estruturas de saúde, profissionais, vacinas e outros insumos em Roraima, estado que faz fronteira com o país. A medida aconteceu após forças militares dos Estados Unidos capturarem Nicolás Maduro em Caracas, na Venezuela, na semana passada.

O órgão também organiza um plano de contingência para resposta do Sistema Único de Saúde ao possível agravamento da crise internacional e avanço do número de migrantes na região fronteiriça. Até o momento, as autoridades não registram aumento do número de venezuelanos atravessando a fronteira para o Brasil.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Força Nacional do SUS (FNSUS)Foto: Igor Evangelista/Ministério da Saúde
Algemado, Maduro vestia um chapéu e usava casaco na chegada ao local.Divulgação/Casa Branca EUA detalhou operação que levou à captura de Nicolás Maduro na VenezuelaReprodução/Globo

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou: “Nossa equipe do Ministério da Saúde e membros da Força Nacional, que possuem vasta experiência em situações de tragédia, já estão presentes na região identificando, se necessário, estruturas hospitalares e avaliando a possibilidade de ampliação. Se preciso, montaremos hospitais de campanha ou expandiremos as estruturas existentes para reduzir os impactos no sistema público brasileiro”.

Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, a pasta mobilizou equipes da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS), FNSUS e de Saúde Indígena para reduzir os impactos no SUS brasileiro.

O Ministério da Saúde também está à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) para o caso de ajuda humanitária. “Estamos nos preparando para apoiar, se necessário, com medicamentos e insumos para diálise, visto que o principal centro de distribuição da cidade de La Guaira, na Venezuela, foi destruído pelo ataque”, destacou o ministro.

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