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Cápsula do tempo guardará memória institucional do MPAC por 100 anos

Por Cris Menezes 23/01/2026 16:08 Atualizado em 23/01/2026 16:08
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, o depósito de uma cápsula do tempo em sua nova sede unificada, em Rio Branco. Membros e servidores acompanharam o gesto simbólico, que tem como objetivo preservar a memória institucional e reunir registros representativos da trajetória do MP acreano para as próximas gerações.

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A cápsula guarda documentos, objetos e uma carta assinada pelo procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, na qual são relatados valores, desafios e conquistas construídos ao longo de mais de seis décadas de atuação do MPAC.

Com abertura prevista para daqui a 100 anos, a cápsula propõe uma reflexão sobre o papel da memória em um período marcado pela digitalização dos registros e pela transferência do ato de lembrar para sistemas tecnológicos.

A iniciativa ocorre no contexto da inauguração da sede unificada do MPAC, marco alcançado em 2025, após 62 anos de existência da instituição. A nova estrutura reúne, em um único espaço, setores e equipes que antes atuavam de forma descentralizada, fortalecendo a integração e criando melhores condições de trabalho para membros e servidores.

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Além de relatar conquistas, como a nova sede, e desafios do passado e do presente, o procurador-geral de Justiça manifesta, na carta, confiança no futuro e reafirma a memória como fundamento da justiça. Ele ressaltou que a cápsula do tempo simboliza um compromisso com a preservação da história e com a transmissão dos valores que orientam a atuação do MPAC ao longo do tempo.

“Que este registro seja um gesto de confiança no futuro, revelando o cuidado e o carinho com que, ao longo de 62 anos, diferentes gerações de membros e servidores exerceram suas atribuições. E que, ao serem lidas, estas palavras encontrem um mundo mais igualitário, fraterno e ecologicamente equilibrado, onde o respeito às diferenças seja uma prática cotidiana, onde a solidariedade supere a indiferença e onde a justiça alcance todos e cada um”, destacou o procurador-geral em um trecho da carta.

Por MPAC/ Fotos: Diego Negreiros

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