Carla Marins foi uma das gratas surpresas na escalação da novela “Três Graças”. Afinal, já eram 12 anos longe da Globo, até o convite para fazer a Xênica, funcionária da Fundação Ferette, que cuida sozinha do filho, o médico José Maria (Túlio Starling), seu maior orgulho.
De volta, Carla comenta como foi reencontrar esse ambiente de trabalho, após todo um período dedicando-se a projetos na TV paga e fazendo novelas bíblicas na Record.
Sentiu muita diferença nessa volta às novelas da Globo? Dos estúdios e cidade cenográfica? Dos próprios colegas?
CM – Sim, diversas, como o texto e roteiros digitalizados por meio do aplicativo EVA, um número maior de mulheres atuando na parte técnica e uma maior interação com os colegas através do nosso Grupo particular, onde vibramos e nos divertimos comentando a novela.
Como você vê essa questão da duração das novelas, que tanto se discute? É a favor de uma menor quantidade de capítulos?
CM – Enquanto tiver fôlego criativo, não vejo problema em ter muitos capítulos! Novela é companhia, pra gente curtir todo dia um pouquinho.
Agora se investe também em novelas verticais. Faria?
CM – Claro! Histórias, amamos contar histórias, que elas cheguem onde o público está.
Você e Aguinaldo Silva voltaram juntos para a Globo. Combinaram?
CM – Tão especial esse retorno através dele e em uma obra absolutamente atual e genial. Tô adorando fazer e assistir.
Como você define a Xênica?
CM – Xênica é uma mulher financeira e emocionalmente independente. Foi mãe solo e atualmente vive só. Quando seu filho médico é envolvido em denúncias falsas, vira uma leoa em sua defesa.






