
Cerca de 20 países já confirmaram participação no chamado Conselho da Paz, organização internacional proposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A confirmação ocorreu na manhã desta quinta-feira (22), durante a cerimônia oficial de criação do novo órgão.
O evento contou com a presença da maioria dos representantes dos países que aceitaram integrar o conselho, que terá Donald Trump como presidente vitalício, conforme anunciado na fundação da entidade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi convidado a integrar o grupo, mas ainda não respondeu ao convite. Além do Brasil, países como Reino Unido, China, Croácia, Alemanha, Itália, Rússia, Singapura e Ucrânia receberam o convite, mas não confirmaram nem recusaram oficialmente a participação.
Países que confirmaram adesão ao Conselho da Paz
Até o momento, confirmaram participação:
Armênia, Arábia Saudita, Argentina, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Bulgária, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.
Autoridades presentes na cerimônia
A cerimônia de criação do conselho contou com a presença de líderes ou representantes de 19 países, entre eles:
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Rei do Bahrein, Hamad Isa Al Khalifah;
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Presidente da Argentina, Javier Milei;
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Primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán;
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Presidente da Indonésia, Prabowo Subianto;
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Presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev;
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Presidente do Kosovo, Vjosa Osmani-Sadriu;
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Primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif;
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Presidente do Paraguai, Santiago Peña;
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Autoridades da Arábia Saudita, Catar, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão, Marrocos, Armênia, Bulgária, Jordânia, Azerbaijão e Mongólia.
Apesar de terem aceitado integrar o conselho, Belarus, Egito, Israel e Vietnã não enviaram representantes para a cerimônia.
Resistência internacional
Até o momento, o Conselho da Paz não conta com a adesão de grandes potências mundiais. Países como França, Noruega, Eslovênia e Suécia já informaram oficialmente que não irão participar da iniciativa.
Outros países seguem avaliando o convite, entre eles Brasil, Reino Unido, China, Alemanha, Itália, Rússia, Singapura e Ucrânia.
Estrutura e objetivos
O Conselho da Paz foi anunciado na semana passada e, segundo Trump, terá como uma de suas atribuições supervisionar um governo de transição para administrar o território palestino. De acordo com um rascunho do estatuto obtido por agências internacionais, o presidente do conselho terá poder de veto exclusivo, além de mandato vitalício.
O documento também prevê o pagamento de US$ 1 bilhão para que países permaneçam como membros do órgão internacional.






